Tempo atrás, observamos como a febre “OQJF” se espalhou pela comunidade cristã. O tema gravado na pulseira “O Que Jesus Faria” para muitas pessoas era um lembrete valioso de que devemos refletir sobre a mente e o coração de Jesus ao fazermos escolhas. À medida que buscamos um estilo de vida que honre ao Salvador, é apropriado compararmos nossas atitudes e decisões aos exemplos que o Senhor nos deixou. Porém, recentemente, ouvi numa igreja uma mensagem um pouco diferente. Na placa desta igreja lia-se “OQJF — O Que Jesus Fez?” Essa é verdadeiramente a pergunta mais importante, pois a nossa salvação depende dela. Entre as importantes obras do Filho de Deus, são de extrema relevância os eventos descritos em 1 Coríntios 15: 3-4: “…vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras”. O que Jesus fez? Assumiu o sofrimento e a culpa por nossos erros e pagou nossa pena. Ele morreu e venceu a morte para que pudéssemos ter vida. Mas a verdade é a seguinte: jamais seremos capazes de descrever na íntegra o que Jesus faria até que aceitemos o que Ele fez por nós na cruz. Bill - Pão Diário
Filiada AMP – Associação Missionária Portuguesa & Faculdade Baptista de Teologia
O que tens na mão?
Se você se desespera pelas oportunidades perdidas ou se preocupa com o futuro, pergunte-se: “O que está bem a minha frente?” Em outras palavras, quais as circunstâncias e os relacionamentos disponíveis para você hoje? Esta pergunta pode tirar o foco de um arrependimento do passado ou de um futuro assustador e trazê-lo de volta àquilo que Deus pode fazer em sua vida. É semelhante a pergunta que Deus fez a Moisés na sarça ardente. Moisés estava preocupado e, consciente das suas próprias limitações, expressou o seu temor quanto ao chamado de Deus para libertar Israel da escravidão. Então, Deus simplesmente perguntou a Moisés: “Que é isso na tua mão?” (Êxodo 4:2). Deus tirou a atenção de Moisés da sua ansiedade quanto ao futuro e sugeriu que se concentrasse naquilo que estava bem a sua frente: um cajado de pastor. Deus mostrou a Moisés que Ele poderia usar este objeto comum para realizar milagres como um sinal para os incrédulos. À medida que a confiança de Moisés em Deus aumentava, assim também se ampliava a magnitude dos milagres que Deus realizava através do Seu servo. Você pensa demais em seus erros do passado? Seus pensamentos sobre o futuro o aterrorizam? Lembre-se da pergunta de Deus: “Que é isso na tua mão?” Quais as circunstâncias e os relacionamentos que hoje Deus pode usar para o seu bem e para glória dEle? Entregue-os — e entregue sua vida — a Ele. Dennis - Pão Diário
O céu do colecionador
As pessoas adoram colecionar objetos — figuras de beisebol, selos, moedas. E, embora colecionar seja um passatempo divertido, é sensato pensar que quando deixarmos esta terra, tudo que temos passará a ser parte da coleção de outra pessoa. Que valor teria ajuntar tanto na terra, mas pouco ou nada para a eternidade? Jesus tinha algo a dizer sobre isto. Falando com Seus discípulos, declarou: “...ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam” (Mateus 6:20). Tesouros eternos jamais perdem seu valor. Nunca podem ser destruídos ou roubados. E pense nisso — na verdade, podemos até estocá-los! Como? Através de atos de serviço. Levando as pessoas a Jesus. Sendo compassivos com os necessitados. Vivendo de acordo com a vontade e os propósitos de Jesus. No Evangelho de Marcos, lemos que Deus provou o coração do jovem rico quando lhe pediu que vendesse tudo o que tinha, desse aos pobres e o seguisse. A reação do jovem revelou o que realmente valorizava (Marcos 10:21-22). É fácil apaixonar-se pelas coisas terrenas, mas quando você escolhe seguir a Jesus, Ele lhe mostrará a alegria de acumular tesouros eternos. Nada na terra se compara a isso! Joe - Pão Diário
Bondade ao próximo
Para demonstrar compaixão, um dos maiores obstáculos é fazer pré-julgamentos a respeito de quem consideramos merecedores. Jesus contou uma parábola para responder a pergunta: “Quem é meu próximo?” (Lucas 10:29). Ou, quem se qualifica como digno dos nossos atos de bondade ao próximo? Jesus falou a respeito de um homem que viajava por uma estrada entre Jerusalém e Jericó, conhecida por ser perigosa. Enquanto viajava, caiu nas mãos de ladrões, foi roubado, agredido e abandonado como morto. Judeus religiosos (um sacerdote e um levita) passaram por ele, mas caminharam pelo outro lado, talvez porque temiam ficar religiosamente corrompidos. Entretanto, um samaritano passou e teve compaixão incondicional pelo incógnito ferido. Os ouvintes de Jesus teriam perdido o fôlego, pois os judeus desprezavam os samaritanos. O samaritano poderia ter restringido ou condicionado sua compaixão porque o homem era judeu. Porém, não limitou os seus atos de bondade àqueles a quem considerava dignos. Ao invés disso, viu um ser humano necessitado e decidiu ajudá-lo. Será que você está limitando sua bondade àqueles que considera dignos? Como seguidores de Jesus, vamos encontrar formas de demonstrar bondade ao próximo, especialmente aos que julgamos como não merecedores. Marvin - Pão Diário
Escola avançada
Temos a tendência de classificar nossas vidas. Preenchemos nossos dias com atividades tais como: trabalho, incumbências, afazeres domésticos e o cuidado com as crianças. Depois tentamos encontrar tempo para atividades espirituais, por exemplo: igreja, pequenos grupos e devocionais pessoais. Não vejo essa separação nos Salmos. De alguma forma Davi e os outros poetas conseguiam fazer de Deus o centro gravitacional de suas vidas para que tudo fosse relacionado a Ele. Para os salmistas, a adoração era a atividade principal na vida, não algo a se cumprir a fim de retomar outras tarefas. O processo de permitir que Deus participe de cada detalhe da vida é uma necessidade para nós. Para mim, os salmos se tornaram um passo no processo de reconhecer o verdadeiro lugar central de Deus. Os salmistas têm uma urgência, um desejo e uma fome por Deus que faz a minha própria, parecer anémica quando comparada. Anseiam por Deus com suas línguas expostas, como uma corça anseia por águas (Salmos 42:1-2). Eles ficavam acordados durante a noite sonhando com “…a beleza do Senhor” (Salmo 27:4). Preferiam passar um dia na presença de Deus que mil em outro lugar (Salmo 84:10). Foi na escola avançada da fé que estes poetas se matricularam. Talvez ao lermos os Salmos algumas dessas características serão transmitidas para nós. Philip - Pão Diário
Livre acesso
Anos atrás ocorreu uma falha de segurança inimaginável na Casa Branca. Durante um banquete, um casal invadiu atrevidamente as dependências e aproximou-se o suficiente para tirar uma foto com o presidente norte-americano. Normalmente, uma ampla verificação e um exame minucioso da lista de convidados eliminam os penetras. Para nós é raro o dia em que nosso acesso não é restringido de alguma forma. Placas nos advertem: Somente para Funcionários, Não Entre, Somente Veículos Autorizados, Não Ultrapasse. Ninguém gosta de saber que não é bem-vindo. Contudo, o facto é que sempre existirão lugares dos quais seremos expulsos. Fico agradecido, pois Deus não impõe restrições sobre quem pode ir a Ele. Aqueles que vêm a Deus não encontram qualquer placa de Mantenha Distância. Através da oração, Deus Pai permite que tenhamos acesso imediato e irrestrito a Ele porque Seu Filho Jesus Cristo abriu o caminho para todos os que o receberam (Efésios 2:18). “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos…” (Mateus 11:28). “…o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora” (João 6:37). “…Se alguém tem sede, venha a mim, e beba” (João7:37). Quando você vem a Cristo para salvação, pode desfrutar de uma comunhão irrestrita. A porta está sempre aberta. Cindy - Pão Diário
Ordem restauradora
Enquanto olhava para a família reunida ao redor da mesa no Dia de Ação de Graças, sorri pela variedade de talentos representados. Numa das extremidades estavam os médicos; na outra os músicos. Graças aos médicos, o corpo humano funciona melhor. Graças aos músicos, belos sons elevam nossa alma e aliviam as nossas mentes aflitas. Embora suas habilidades sejam muito diferentes, os médicos e os músicos dependem da mesma coisa: um universo em ordem. Sem ordem, não haveria previsibilidade; sem previsibilidade, não haveria música ou medicina. Dentro do nosso mundo organizado, a doença é sinal de que algo está “fora de ordem”. A cura é um sinal de que algum dia Deus restaurará todas as coisas à sua condição original (Atos 3:21). Quando João Batista queria saber se Jesus era “aquele que viria,” Jesus disse: “Ide, e anunciai a João o que tendes visto e ouvido: que os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e aos pobres anuncia-se o evangelho” (Lucas 7:20-22). A cura provava que Jesus era o Messias de Israel (Malaquias 4:2). Sou grata pela música que alivia a minha mente e alma perturbadas, e pela medicina que cura meu corpo, porque me lembram da cura e restauração completa que Cristo está efetuando. Julie - Pão Diário
Agradecemos ao Senhor
O esposo de Anna Anderson faleceu no início de seu casamento, deixando-a com três filhas pequenas e um futuro difícil. Apesar de Anna ter se formado como professora, faltavam-lhe os requisitos necessários para trabalhar nas escolas do estado em que vivia. Por essa razão, lavava e passava roupas e, mais tarde, limpou o chão de uma grande loja de departamentos. Como afro-americana, muitas vezes sua família enfrentou o preconceito e a discriminação racial. Quando as portas das oportunidades se fechavam, Anna acreditava que se ela e suas filhas confiassem no Senhor de todo coração e o reconhecessem em todos os Seus caminhos, Ele as guiaria em Suas veredas (Provérbios 3:5-6). Ela ensinou suas filhas a dependerem de Deus, segui-lo e a serem sempre agradecidas. Quando a sua primogénita, Mariana, cresceu e tornou-se uma cantora de música clássica aclamada internacionalmente, Anna continuou orando por ela e sempre atribuiu a Deus o sucesso de sua filha. Repórteres, que perguntavam a Anna como se sentia após assistir aos concertos de Mariana no Carnegie Hall e a sua estreia em 1955 com a Metropolitan Opera ouviram-na dizer: “Agradecemos ao Senhor”. A resposta dela não era um clichê, mas uma sincera gratidão a Deus. Ao invés de lamentar-se pelo que lhe faltava, Anna Anderson expressava gratidão pelo que tinha e usava isso para glória de Deus. Hoje podemos seguir o exemplo dela com fé, confiança e um sincero: “Agradecemos ao Senhor.” David - Pão Diário
Nuvens e céu azul
Outro dia estava me sentindo deprimida devido às circunstâncias e fiquei imaginando como poderia me animar. Tirei da estante o livro Life Is Like Licking Honey Off a Thorn (A vida é como lamber mel de um espinho) de Susan Lenzkes e li o seguinte: “Assumimos os risos e as lágrimas que surgem e permitimos que o nosso Deus da realidade dê sentido a tudo.” Susan afirma que alguns são otimistas que “acampam em prazeres e boas lembranças”, negando o quebrantamento. Outros são pessimistas que “concentram-se nas perdas da vida, deixando de desfrutar da alegria e da vitória no processo”. Entretanto, as pessoas de fé são realistas que “recebem tudo — de bom e de ruim na vida — e reiteradamente escolhem reconhecer que Deus nos ama de verdade e trabalha constantemente para o nosso bem e para Sua glória”. Enquanto lia, olhei para fora e notei as nuvens escuras e uma chuva persistente. Um pouco mais tarde, surgiu um vento amistoso e afastou as nuvens. De repente, o céu azul brilhava. Assim, as tempestades da vida surgem e desaparecem. Pela fé nos apegamos à promessa de Deus em Romanos 8:28. E nos lembramos que “…a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente” (2 Coríntios 4:17). Deus nos ama e Ele está nos preparando para o dia em que os céus serão eternamente azuis. Anne - Pão Diário
Da boca de pequeninos
O livro de Salmos apresenta um contraste surpreendente. Aparentemente Davi sugere que, embora Deus tenha revelado a Sua glória nos céus, outra resposta persuasiva às Suas críticas vem das falas de uma criança: “Tu ordenaste força da boca das crianças e dos que mamam, por causa dos teus inimigos, para fazer calar ao inimigo e ao vingador” (8:2). Por que o louvor de uma criança é tão persuasivo? Por um lado, porque ao contrário do universo impessoal, uma criança pode conhecer e amar a Deus. Jesus citou o Salmo 8:2 quando os líderes religiosos se escandalizaram porque meninos estavam correndo ao redor do templo e gritando: “Hosana ao Filho de Davi!” (Mateus 21:15-16). Estes pequeninos sabiam — o que aqueles líderes religiosos desconheciam — Jesus era o tão esperado Filho de Deus. Alguns dos meus momentos mais memoráveis como pai surgiram quando ajoelhei à beira da cama dos nossos filhos à noite e eles abriram os seus corações para Deus. A simplicidade do seu amor e confiança enquanto oravam me tocaram profundamente, dissiparam as minhas dúvidas e medos e me atraíram à fé. Jamais devemos menosprezar os pequeninos que creem em Cristo (Mateus 18:6,10). O testemunho deles é maravilhoso, assim como o testemunho nos céus. Roper - Pão Diário
Aprendizado mal aplicado
Após um garotinho de 4 anos envolver-se numa confusão na pré-escola, sua mãe perguntou-lhe o que tinha feito de errado. Ele explicou: “Fiquei zangado com um colega. Mas como a senhora me disse que não deveria bater em ninguém, pedi ao meu amigo que fizesse isso por mim!” Onde será que alguém tão jovem aprende isso? A Bíblia nos diz que ele não precisou ser ensinado — antes, nasceu com isso! É parte da natureza caída que todos nós temos ao nascer. Entretanto, o cristão não precisa reagir de acordo com a sua natureza velha. Paulo nos lembra que “…o nosso homem velho foi com ele [Cristo] crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado” (Romanos 6:6). Somos “nova criatura” (2 Coríntios 5:17), fomos libertos e nos tornamos “servos de Deus” (Romanos 6:22). Todavia, como cristãos ainda lutamos contra a nossa carne e seus desejos pecaminosos (Romanos 7:18-19). Porém, agora que estamos “vivos para Deus, em Cristo Jesus,” podemos reagir de modo que honre a Deus (Romanos 6:11). Ao invés de sermos vingativos como o garotinho, podemos obedecer às instruções de Romanos 6:13: “Nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus […] como instrumentos de justiça.” Hia - Pão Diário
Orgulho patriota
Minha esposa e eu aprendemos a amar a Inglaterra — sua história, cultura e povo. Um dos nossos divertimentos prediletos quando a visitamos é assistir concertos ao ar livre apresentados no gramado molhado das antigas propriedades rurais. “A Última Noite de Concertos” é a melhor, com fogos de artifício e centenas de cidadãos balançando pequenas bandeiras britânicas, entoando frases de efeito. Adorávamos participar desta celebração — até o verão em que nossos filhos nos acompanharam. Quando começamos a agitar nossas bandeiras juntamente com todos os entusiasmados britânicos, eles ficaram chocados. Ainda posso ouvi-los gritando por cima da música: “O que estão fazendo? Vocês não são ingleses!” Muitas vezes Deus deve se sentir assim quando nos misturamos e vivemos como os nativos ao nosso redor. Eu quase posso ouvi-lo dizer: “Por que você está vivendo assim? Você pertence a uma nação santa!” Pedro nos lembra que somos diferentes dos nativos — somos uma “nação santa” (1 Pedro 2:9). Ser santo quer dizer que somos únicos, separados por Jesus, nos tornando semelhantes a Ele e refletindo o Seu estilo de vida contracultural. Significa que diante de ofensas cruéis, perdoamos; e somos misericordiosos, bondosos, honestos e leais às nossas promessas e significa sermos como Ele. Portanto, comecemos a agitar a bandeira da santidade como membros da nação de Jesus! Joe - Pão Diário
Má alimentação espiritual
Em muitos países, a obesidade infantil está em constante elevação. Os maiores responsáveis por este ganho de peso nocivo à saúde são os maus hábitos alimentares e os alimentos não nutritivos ou junk food. O termo junk food (alimentos não nutritivos) se refere a itens que são saborosos, mas têm pouco valor nutritivo e muitas vezes são ricos em caloria e gordura. Batatas fritas, refrigerantes, doces, biscoitos e muitas refeições compradas em lanchonetes se encaixam neste padrão. Para sermos espiritualmente saudáveis, temos que evitar também a má alimentação espiritual. Alguns estudiosos da religião proclamam “outro evangelho” (Gálatas 1:6) indo da saúde e prosperidade a uma espiritualidade falsa. Algumas músicas e livros cristãos também contêm falsas doutrinas. Ingerir este tipo de alimento pode satisfazer a fome espiritual, no entanto, não resultará em saúde espiritual. O livro de Hebreus nos adverte: “Não vos deixeis levar em redor por doutrinas várias e estranhas, porque bom é que o coração se fortifique com graça...” (13:9). Falsas doutrinas são prejudiciais à saúde e não são proveitosas, pois não podem purificar do pecado e nem concedem poder para o crescimento espiritual. No entanto, o conteúdo bíblico baseado na graça e na verdade promove ambos. Evite a “má alimentação espiritual” e ao invés disso, desfrute do banquete da Palavra de Deus para promover sua saúde espiritual. Dennis - Pão Diário
Diga sim e não
Quando lavamos as mãos para limpá-las dos germes e da sujeira, será que somos nós mesmos que fazemos essa limpeza? Sim e não. Para ser exato, a água e o sabão fazem o trabalho — não nós. Contudo, escolhemos usar água e sabão para lavar as mãos. O apóstolo Paulo, em 2 Timóteo 2, diz: “De sorte que, se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra…” (v.21). Isto não significa que temos poder em nós mesmos para nos purificar dos pecados. Antes, usamos a purificação concedida por Jesus que morreu por nós na cruz. Em Filipenses 3:9 está escrito que somos achados nele, “…não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé”. Quando recebemos Cristo, Sua morte e ressurreição nos libertam da pena e do poder do pecado, portanto elas nos capacitam a dizer sim e não em nosso dia-a-dia. Podemos dizer não aos desejos da carne ou às “paixões da mocidade” que Paulo menciona (2 Timóteo 2:22). E podemos dizer sim à “justiça” (comportamento correto), à “fé” (crença correta), ao “amor” (reação correta) e “paz” (motivação correta). À medida que nos purificarmos diariamente, seremos “santificado e idôneo para uso do Senhor, e preparado para toda a boa obra” (v.21). Albert - Pão Diário
Dedicação diária
A violinista Midori, aclamada internacionalmente, acredita que ensaiar de modo dedicado e concentrado é essencial para a apresentação. Enquanto cumpria uma intensa agenda de 90 concertos por ano, ainda ensaiava em média cinco ou seis horas por dia. A repórter de uma revista americana citou uma frase de Midori que dizia: “Preciso treinar para o meu trabalho e ensaio todos os dias […] não é o número de horas, mas a qualidade do trabalho que precisa ser feito. Percebo que os alunos tocam e chamam isso de ensaio, porém não estão ouvindo ou observando. Se o seu livro está aberto, isso não significa que você esteja estudando.” Esse mesmo princípio se aplica a nossa caminhada de fé. Paulo escreveu a Timóteo: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Timóteo 2:15). Dedicação exige esforço constante e determinação, que é o contrário de uma abordagem descuidada e desatenta. Ela envolve todas as áreas do nosso relacionamento com Deus. Assim como um músico luta pela excelência, o nosso desejo deve ser de servir a Deus com confiança, buscar a aprovação dele e compartilhar Sua Palavra com desenvoltura. Será que estou estudando, orando e ouvindo o Senhor atentamente hoje? David - Pão Diário
Cruze a fronteira
Dois jovens mal-intencionados abordaram os missionários de uma campanha evangelística em um autocarro estacionado na área central de uma cidade alemã. Os missionários estavam lá para oferecer lanches como forma de iniciar conversas sobre Cristo. Os dois visitantes, com bandanas com desenhos de caveiras e ossos, estavam lá para causar problemas. Entretanto, os missionários não reagiram aos valentões como estes esperavam. Eles os acolheram amorosamente e os envolveram na conversa. Surpresos, os rapazes permaneceram o tempo suficiente para ouvirem o Evangelho. Um entregou-se a Jesus naquele dia. O outro, no dia seguinte. Aqueles dois jovens e os missionários que os evangelizaram estavam há anos-luz de distância cultural. Os rapazes eram alemães; os missionários, americanos. Os garotos estavam envolvidos numa cultura de escuridão e morte; os missionários resplandeciam à luz de Jesus. A fronteira cultural foi rompida com biscoitos e amor sem preconceitos. Observe as pessoas ao seu redor. Como você pode demonstrar aos que estão do outro lado do muro cultural o amor incondicional, inquestionável? Como você pode atravessar a fronteira e ajudá-los a perceber que o amor de Jesus não conhece limites? Cruze a fronteira. Leve Cristo à outra cultura — mesmo que não seja nem um pouco parecida com a sua. Branon - Pão Diário
Assunto sério
Quando minha esposa e eu passeávamos pelo shopping, chegamos a um quiosque de camisetas. Enquanto olhávamos as camisetas e suas frases, muitas vezes engraçadas, reparei numa peça com uma mensagem perturbadora. Estava escrito: “Tantos cristãos, tão poucos leões.” Aquela camiseta fazia referência à prática do primeiro século de jogar cristãos aos leões no Coliseu de Roma, e não tinha graça alguma. A perseguição não é um assunto divertido. Pouco tempo antes daqueles cristãos corajosos enfrentarem a morte no cruel desporto romano, Paulo escreveu: “E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições” (2 Timóteo 3:12). A perseguição é inevitável e deve ser um tema de muita preocupação para todos os cristãos. Na verdade, neste exato momento, irmãos e irmãs em Cristo estão sofrendo em nome de Jesus ao redor do mundo. O que podemos fazer a respeito disso? Em primeiro lugar, podemos orar para que Deus os console em seus sofrimentos. Em segundo, podemos ajudar as famílias que ficam desamparadas enquanto os seus entes queridos estão encarcerados e em terceiro, podemos orar agora por coragem caso enfrentemos perseguição. Quando o apóstolo Paulo foi preso por sua fé, a coragem dele levou outros a serem mais ousados em seu testemunho (Filipenses 1:14). Você quer encorajar a igreja perseguida? Ore e proclame a mensagem pela qual os cristãos sofrem. Bill - Pão Diário
Importantes!
Um antigo programa de televisão apresentava um estabelecimento que os donos frequentavam quase diariamente. O conceito era de que seria um lugar acolhedor onde todos o conhecem. Todos nós queremos ser aceitos, nos encaixarmos em algum lugar. Entretanto, algumas pessoas vivem às margens da vida, onde pode ser difícil sentirem que têm algum valor ou que são importantes para alguém. Às vezes as crianças passam por experiências assim: são altas demais — enquanto as outras não atingiram ainda o pico de crescimento. Estão muito acima do peso — enquanto os seus amigos são mais magros. São muito inteligentes — enquanto seus colegas têm dificuldades. Não são suficientemente espertas comparadas às outras. Ser uma criança diferente pode resultar em zombaria ou violência. Contudo, um adulto que não se encaixa no padrão pode ser simplesmente ignorado — tão insignificante que se sente invisível. No entanto, somos importantes aos olhos de Deus! Somos tão valiosos que Ele enviou Seu Filho para pagar o preço pelos nossos pecados e permitir que tenhamos um relacionamento com Ele. Fomos criados à imagem de Deus (Gênesis 1:27); Ele nos formou e está envolvido em todos os detalhes da nossa vida, desde antes de nascermos (Salmo 139:1-16). Ainda que nem sempre nos sintamos importantes, somos profundamente amados por nosso Pai. Cindy - Pão Diário
Mais do que pães
Isaac Pennington, líder do grupo religioso protestante Quaker, no século 17, declarou: “O Senhor me ensina diariamente a depender dEle — não de algo que Ele tenha me dado, mas de Sua própria vida.” As pessoas, em João 6, queriam viver à custa de Jesus, porém não pela mesma razão. Não porque os seus corações eram leais a Ele, mas por serem fiéis ao que achavam que Ele poderia prover-lhes — isto é, alimento e libertação da opressão romana. A provisão de Jesus através de pães e peixes era, no entendimento daquelas pessoas, uma confirmação daquilo que Ele poderia lhes oferecer. Jesus sabia que por trás do interesse que tinham nEle, estava a esperança de que Ele se tornaria um tipo diferente de rei, por esse motivo, afastou-se de todos (João 6:14-15). No dia seguinte foram procurá-lo e o encontraram, a busca foi bem-sucedida (vv.22,25-26). Assim, continuaram a segui-lo por causa do que achavam que Ele poderia prover-lhes. Todavia Jesus virou o jogo e identificou-se como o Pão da Vida (vv.32-33). O que queriam dEle era uma vida melhor, mas Ele lhes disse que veio para oferecer a vida eterna (v.40). Somente aqueles que creem em Jesus podem encontrar a verdadeira satisfação — agora e para sempre. Siga a Jesus não apenas porque Ele pode prover os pães, mas porque Ele pode satisfazer a sua fome mais profunda — a busca pela comunhão eterna com Ele. Marvin - Pão DiárioAmor altruísta
Um soldado de 19 anos que servia no Iraque, no dia 4 de dezembro de 2007 viu uma granada sendo atirada do topo de um telhado. Manejando a arma de fogo na torre do seu jipe de combate, tentou desviar-se do explosivo — que, no entanto, caiu dentro do carro. Ele tinha tempo para saltar para um lugar seguro. Ao invés disso, jogou-se sobre a granada, num impressionante ato de altruísmo que salvou a vida de quatro companheiros. Este ato quase inexplicável de autossacrifício pode nos ajudar a compreender por que a Bíblia diz que existe um tipo de amor que é mais nobre do que possuir grande conhecimento ou fé (1 Coríntios 13:1-3). Este tipo de amor pode ser difícil de encontrar — levando o apóstolo Paulo a lamentar que as pessoas se importem mais consigo mesmas do que com os interesses de Cristo (Filipenses 2:20-21). Por isso, o apóstolo era agradecido por Epafrodito, um companheiro que “…pela obra de Cristo chegou até bem próximo da morte, não fazendo caso da vida...” para servir aos outros (v.30). Se achamos que jamais poderíamos colocar a nossa própria vida em perigo pelos outros, Epafrodito nos mostra o primeiro passo com o seu exemplo altruísta. Um amor assim não é normal ou comum e não vem de nós. Ele vem do Espírito de Deus que nos concede o desejo e a capacidade de sentir pelos outros um pouco do afeto inexprimível que Deus tem por nós. Mart - Pão Diário
Por onde eu começo?
Muitos anos atrás, eu estava descendo por uma estrada quando meu carro morreu. Estacionei no acostamento, saí do veículo e abri o capô. Enquanto olhava para o motor, pensei: “Que beleza! Nada entendo sobre carros. Nem sei por onde começar!” Às vezes nos sentimos assim quando pensamos em orar: por onde eu começo? Era isso que os discípulos queriam saber quando pediram a Jesus: “…ensina-nos a orar” (Lucas 11:1). O melhor lugar para buscar orientação é no exemplo e nos ensinamentos de Jesus. Duas perguntas que podem passar pela sua cabeça são: Onde devemos orar? Jesus orou no templo, no deserto (Lucas 4), em lugares isolados (Mateus 14:22-23), no Jardim de Getsêmani (Lucas 22) e na cruz (Lucas 23:34,46). Ele orava sozinho e com os outros. Olhe para a vida dEle, siga Seu exemplo e ore onde estiver. O que devemos orar? Na oração do Pai Nosso, Jesus nos ensinou a pedir que o nome de Deus seja glorificado e que a Sua vontade seja feita assim na terra como no céu. Peça-lhe por seu sustento diário, pelo perdão dos pecados e pelo livramento das tentações e do mal (Lucas 11:2-4). Portanto, se você está procurando por um bom ponto de partida, siga o exemplo da oração do Pai Nosso. Anne - Pão Diário
Uma virtude especial
Em seu livro Food in Medieval Times (Alimento na Era Medieval), a autora Melitta Adamson escreve sobre as delícias da culinária europeia na Idade Média. Animais caçados para servir como alimento, doces, pudins e outras comidas exóticas ilustram o prazer criativo no preparo dos alimentos. Contudo, havia um problema com todos estes pratos maravilhosos — comer demais. Esta tendência era reforçada pelo calendário cristão, repleto de jejuns e celebrações. Muitas vezes, o abster-se das refeições era seguido por glutonaria. Para tratar deste problema, o teólogo Tomás de Aquino enalteceu a qualidade da temperança no caráter cristão, chamando-a de uma virtude especial. Ele viu como o autodomínio deveria abranger todas as áreas da vida. Para o cristão, a temperança ou moderação não é derivada da inclinação da força de vontade humana. Ao invés disso, ela vem do Espírito Santo que nos dá domínio próprio: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23). O domínio próprio é uma virtude produzida pelo Espírito Santo que capacita-nos, assim como “E todo aquele que luta de tudo se abstém” (1 Coríntios 9:25). Os exageros na alimentação, no descanso, no trabalho, na diversão, no ministério e uma diversidade de coisas boas podem ser corrigidos somente através do equilíbrio do autocontrole. Invista alguns minutos para pedir a Deus que produza esta virtude especial em você. Dennis - Pão Diário
Mira elevada
Quando minha filha e sua família estavam na cidade para uma visita, tive a oportunidade de levar o meu filho e dois genros para um passeio feito para “homens”. Decidimos que, enquanto as mulheres faziam compras, iríamos a um clube de tiro para treinar a pontaria. Alugamos duas pistolas e miramos os nossos alvos. Enquanto atirávamos, nós quatro descobrimos que numa das armas a mira estava ajustada muito para baixo. Se mirássemos usando aquele recurso, atingiríamos a parte de baixo do alvo. Tínhamos que mirar mais alto para atingir bem na mosca. A vida também não é assim? Se ajustarmos nossa mira muito para baixo, na verdade não alcançaremos todo nosso potencial. Às vezes, temos que mirar mais alto para atingir o alvo desejado. Qual deve ser nosso objetivo na vida? A que ponto devem ser elevadas as nossas ambições? Bem, já que as Escrituras são nosso verdadeiro guia, nosso alvo será nada menos que a maturidade espiritual. De fato, na despedida de Paulo ao povo de Corinto, ele disse: “...sede perfeitos...” (2 Coríntios 13:11). E temos também o alvo elevado destas palavras dos lábios de Jesus: “Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus.” (Mateus 5:48). A perfeição é um alvo grandioso que não atingiremos nesta vida. Porém, se quisermos honrar a Deus e nos aproximar desta meta elevada, precisamos mirar alto. Branon - Pão Diário
A presença de Deus na igreja
Gosto muito de ler as frases que identificam o objetivo de igrejas, aquelas que você vê na marquise em frente aos seus prédios. Recentemente notei uma que dizia: “Entre e experimente a presença de Deus.” Esse chamou a minha atenção, primeiramente, porque é uma promessa importante e, às vezes difícil de ser cumprida. Difícil, pois se não formos cuidadosos, nossas igrejas podem refletir a presença dos seus membros mais do que a presença do nosso Deus. Então, o que uma igreja deveria fazer para demonstrar a presença de Deus? As pessoas teriam que viver como Ele! Seria um bom começo as dinâmicas como a hospitalidade; aceitação amorosa de todos os tipos de pessoas; prontidão em servir; um amor tangível uns pelos outros capaz de fazer as pessoas se sentirem seguras e incluídas, independente da cor ou classe social e uma paciente tolerância com as fraquezas uns dos outros. Paulo diz que devemos viver “de modo digno do Senhor” (Colossenses 1:10). E também declarou que ser digno significa ser humilde; manso, suportar uns aos outros em amor, esforçar-se diligentemente para preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz (Efésios 4:2-3). Vivamos de modo que os outros experimentem a presença do Deus que vive em nós — onde quer que estejamos, mas especialmente na igreja. Joe - Pão Diário
Faça-o agora!
Há muitos anos, um amigo me levou a um seminário motivacional, o qual aproveitei por completo. Ao invés de se aterem ao dinheiro e sucesso, os líderes nos levaram a uma compreensão da nossa identidade única e do propósito na vida. Então repassaram alguns métodos úteis para viver de modo eficaz. Um lema permaneceu comigo: “Faça-o agora.” Ensinaram-nos o princípio de gastarmos a mesma quantidade de energia para adiar uma tarefa quanto para cumpri-la. A procrastinação consome as forças; a conclusão traz o alívio. Uma aplicação espiritual pode ser vista em Hebreus 3, uma passagem que revela um sentido de urgência e um chamado a obedecer o Senhor. “Portanto, como diz o Espírito Santo, se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais os vossos corações como foi na provocação […] Antes exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado” (vv.7-8,13). Não sabemos quanto tempo o povo de Israel levaria para chegar à Terra Prometida se tivesse obedecido a Deus, mas a caminhada de 40 anos foi consequência de seus corações relutantes. Uma geração inteira perdeu uma aventura única (vv.8-11). Ao sabermos como o Senhor quer que vivamos porque não dizer simplesmente “Sim!” Sem discussão, sem demora. Faça-o agora. David - Pão Diário
Uma marca permanente
Caerleon é uma vila galesa com profundas raízes históricas. Foi um dos três locais no Reino Unido onde as legiões romanas se posicionaram durante a ocupação da Grã-Bretanha por Roma. Embora a presença militar tenha acabado há cerca de 1.500 anos, sua marca ainda pode ser vista hoje. Pessoas vêm de todas as partes do mundo para visitar o forte militar, os quartéis e o anfiteatro — lembranças dos dias em que Roma governava o mundo e dominou o País de Gales. Fico impressionado ao ver que 15 séculos depois, as evidências da presença romana ainda podem ser vistas tão claramente naquela pequena comunidade. Todavia, fico pensando num outro tipo de marca — a marca de Cristo em nossas vidas. Será que permitimos Sua presença ser claramente vista pelos outros? As pessoas que convivem connosco sabem que Jesus ocupa as nossas vidas? Ele nos chama para que a Sua presença em nossas vidas seja conhecida para a glória de Deus Pai. E diz: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para
que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos
céus” (Mateus 5:16). Através da luz do nosso testemunho e do impacto das nossas atitudes como servos, as pessoas devem ser capazes de ver a prova da presença de Deus em nosso viver. Será que é verdade? Eles conseguem ver a marca de Jesus? Bill - Pão Diário
Lembre-se de João
João é um homem humilde e iletrado. Ainda assim, Deus o usou para iniciar o processo de paz em Moçambique. O nome dele não aparece em qualquer documento oficial; tudo o que ele fez foi marcar um encontro entre dois de seus conhecidos — o embaixador queniano Bethuel Kiplagat e um moçambicano. No entanto, essa apresentação iniciou os acontecimentos que levaram ao tratado de paz após dez anos de Guerra Civil. A partir dessa experiência, o embaixador Kiplagat compreendeu a importância de respeitar a todos. “Você jamais rejeita as pessoas porque são iletradas, porque são brancas ou negras, porque são mulheres, porque são jovens ou velhas. Todo encontro é sagrado e precisamos valorizar aquela reunião,” declarou o embaixador. “Você nunca sabe qual palavra pode estar lá para você.” A Bíblia confirma que isto é verdade. Naamã era um grande homem na Síria quando contraiu a temida doença da lepra. Uma serva que ele tinha capturado em Israel disse à esposa de Naamã que o profeta Eliseu poderia curá-lo. Por Naamã estar disposto a ouvir esta humilde serva, sua vida foi poupada e ele pôde conhecer o único Deus verdadeiro (2 Reis 5:15). Muitas vezes, Deus fala através daqueles a quem poucos estão dispostos a escutar. Para ouvir Deus, assegure-se de ouvir os humildes. Julie - Pão Diário
Comigo não
O ator Christopher Reeve ficou tetraplégico após um acidente numa competição de hipismo em 1995. Antes desta tragédia, interpretou o papel de um paraplégico em um filme. Para se preparar, visitou um centro de reabilitação. Ele recordava: “Toda vez que saía daquele centro de reabilitação, dizia: ‘graças a Deus que não sou eu’”. Depois do acidente, Reeve arrependeu-se daquela declaração: “Eu estava me distanciando daquelas pessoas que sofriam sem perceber que num segundo aquele poderia ser eu.” E infelizmente, para ele, foi o que aconteceu. Nós também podemos olhar para os problemas dos outros e achar que isso jamais acontecerá connosco. Especialmente se a nossa jornada pela vida nos levou ao sucesso, segurança financeira e harmonia familiar. Em um momento de vaidade e autossuficiência, o rei Davi admitiu ter caído na armadilha de se sentir invulnerável: “Eu dizia na minha prosperidade: Não vacilarei jamais” (Salmo 30:6). Contudo, Davi rapidamente se deu conta do que estava fazendo e afastou o seu coração da autossuficiência. Ele se lembrou de que no passado enfrentou adversidades e Deus o livrara: “Mudaste o meu pranto em dança, a minha veste de lamento em veste de alegria” (v.11). Não importa se Ele nos trouxe bênção ou provação, ainda assim Deus merece nossa gratidão e confiança. Dennis - Pão Diário
O adeus de Ernie
Certo colunista entrevistou Ernie Harwell no dia 30 de setembro de 2009, um dos homens mais queridos nos desportos americanos. Harwell passou mais de 50 anos como locutor de rádio, especialmente para uma equipa de basquete. A sua bondade, humildade e simpatia como locutor deixaram uma marca indelével em todos que o conheceram. Ao ser entrevistado, Ernie tinha 91 anos e havia acabado de anunciar que tinha um câncer incurável. Contudo, enquanto Ernie falava, não queria que as pessoas sentissem pena dele. Ao invés disso, queria falar sobre a noite, em 1961, em que confiou em Jesus Cristo como Salvador. E, numa das últimas oportunidades que este famoso locutor teria para falar publicamente, ele concluiu: “Não sei quanto tempo ainda me resta… [mas] eu posso ter certeza… em quais braços me encontrarei, e que coisa maravilhosa será o céu.” Ernie aguardava algo especial! Ele sabia que Deus tinha lhe preparado um glorioso lar eterno (João 14:2-3; Filipenses 1:21-23), portanto, podia encarar a morte e louvar a Deus. Essa é a sua confiança? Você sabia que Ele está aguardando de braços abertos para recebê-lo em seu lar? No final, é isso o que realmente importa. Branon - Pão Diário
Acumular ou guardar?
Tapetes, lâmpadas, uma lavadora e uma secadora, até mesmo a comida nos armários — tudo estava à venda! Meu marido e eu paramos numa residência onde ocorria um bazar e andamos pela casa impressionados com o volume de bens. Jogos de pratos se empilhavam na mesa da sala de jantar. Decorações natalinas enchiam o hall de entrada. Ferramentas, carrinhos de brinquedo, jogos de tabuleiro e bonecas antigas lotavam a garagem. Quando partimos, fiquei imaginando se os donos da casa estavam se mudando, se precisavam desesperadamente de dinheiro ou haviam falecido. Isto me fez lembrar destas palavras em Eclesiastes: “…justamente como veio, assim há de ir…” (5:16). Nascemos de mãos vazias e deixaremos este mundo da mesma forma. As coisas que compramos, organizamos e guardamos são nossas apenas por um tempo — e estão em decadência. Traças corroem nossas roupas; até mesmo ouro e prata podem perder o seu valor (Tiago 5:2-3). Às vezes, “…riquezas se perdem por qualquer má ventura…” (Eclesiastes 5:14) e nossos filhos não conseguem desfrutar dos nossos bens depois que partimos. Acumular bens hoje é tolice, pois não levamos nada connosco quando morremos. O que importa é ter uma atitude correta em relação aos nossos bens e como utilizamos aquilo que Deus nos deu. Assim, acumularemos nosso tesouro no devido lugar — no céu. Jennifer - Pão Diário
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