Um sincero obrigado


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Preparando o meu filho Xavier para a primeira entrevista de emprego, Alan, meu marido, entregou-lhe um pacote de cartões de agradecimento para ele enviar após se encontrar com possíveis empregadores. Alan então fingiu ser um entrevistador experiente. Após o ensaio, Xavier colocou várias cópias de seu currículo numa pasta e sorriu quando o pai o lembrou dos cartões. “Eu sei que um bilhete de sincero agradecimento me destacará dos demais candidatos”, disse ele. Quando o gerente o contratou e recebeu um desses cartões de gratidão agradeceu-lhe pelo primeiro cartão de reconhecimento escrito à mão que recebera em anos.
Agradecer causa um impacto duradouro. As orações sinceras e a adoração grata foram preservadas no livro de Salmos. Embora haja 150 salmos, estes dois versos refletem agradecimento: “Eu te louvarei, Senhor, de todo o meu coração; anunciarei as maravilhas que fizeste. Por causa de ti, me alegrarei e celebrarei; cantarei louvores ao teu nome, ó Altíssimo“ (Salmo 9:1,2).
Jamais conseguiremos expressar totalmente a nossa gratidão por todas as maravilhosas ações de Deus. Podemos começar com gratidão sincera em nossas orações e nutrir um estilo de vida de grata adoração, louvando a Deus e reconhecendo tudo o que Ele fez e tudo o que Ele promete que fará. Xochitl Dixon - Pão Diário

Ganancioso insaciável

Na antiga fábula de Esopo O menino e a jarra de nozes, um garoto enfia a mão em um pote de nozes e agarra um grande punhado delas. Mas a mão dele está tão cheia que fica presa no jarro. Não querendo perder nem um pouco de suas nozes, o menino começa a chorar. A mãe o aconselha a soltar algumas nozes para que a mão passe pelo bocal da jarra. A ganância é má conselheira.
O sábio Mestre de Eclesiastes ilustra essa moral com uma lição sobre as mãos e o que elas dizem sobre nós. Ele comparou e contrastou o preguiçoso com o ganancioso quando escreveu: “Os tolos cruzam os braços e se arruínam. […] É melhor ter um punhado com tranquilidade que dois punhados com trabalho árduo e correr atrás do vento” (Eclesiastes 4:5,6). Enquanto os preguiçosos procrastinam até se arruinarem, aqueles que buscam riquezas percebem que seus esforços não fazem “sentido, e é tudo angustiante” (v.8).
De acordo com o Mestre, o estado desejado é relaxar da labuta do ganancioso para encontrar contentamento naquilo que realmente nos pertence. Pois aquilo que é nosso sempre o será. Como Jesus disse: “Que vantagem há em ganhar o mundo inteiro, mas perder a vida?” (Marcos 8:36). Remi Oyedele - Pão Diário

Ele conseguiu

O pastor Watson Jones se lembra de quando aprendeu a andar de bicicleta. Seu pai andava ao seu lado quando Jones viu umas meninas sentadas numa varanda. “Papai, consegui!”, ele falou. Mas ainda não tinha aprendido e percebeu tarde demais que não aprendera a se equilibrar sem o aperto firme de seu pai. Jones não tinha crescido tanto quanto pensava.
Nosso Pai celestial anseia que cresçamos e “amadureçamos, chegando à completa medida da estatura de Cristo” (Efésios 4:13). Mas a maturidade espiritual é diferente da maturidade natural. Os pais criam seus filhos para se tornarem independentes, não precisarem mais deles. Nosso Pai divino nos ensina a dependermos mais e mais dele diariamente.
Pedro começa sua carta prometendo “graça e paz […] no conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor”, e a encerra nos exortando a crescer na mesma “graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2 Pedro 1:2; 3:18). Os cristãos maduros dependem sempre de Jesus.
Watson adverte: “Alguns de nós estão ocupados retirando as mãos de Jesus da direção da nossa vida”. Como se não precisássemos das Suas mãos fortes para nos amparar, segurar e abraçar quando vacilamos e fracassamos. Não conseguimos sem dependermos de Cristo. Só crescemos quando firmamos profundamente as nossas raízes na graça e no conhecimento de Cristo. Mike Wittmer - Pão Diário

O tesouro especial de Deus

Imagine uma vasta sala real e no trono encontra-se o rei, cercado por todos os tipos de atendentes e cada um dando o melhor de si. Agora imagine uma caixa que fica aos pés do rei. De tempos em tempos, o rei se abaixa e passa as mãos pelo conteúdo. E o que tem na caixa? Joias, ouro e pedras preciosas ao gosto do soberano. Essa caixa contém os tesouros dele, uma coleção que lhe traz muita alegria. Você consegue imaginar isso?
A palavra hebraica para esse tesouro é segulah e significa “tesouro especial”. É encontrada no Antigo Testamento (Êxodo 19:5; Deuteronômio 7:6; Salmo 135:4) referindo-se à nação de Israel. Mas Pedro usa essa mesma palavra no Novo Testamento para descrever o “povo de Deus”, como aqueles que “receberam misericórdia” (1 Pedro 2:10). Uma parte dessa coleção de tesouros agora se estende para além da nação de Israel. Em outras palavras, Pedro está se referindo aos que acreditam em Jesus, tanto judeus quanto gentios e escreve: “Vocês, porém, são […] propriedade exclusiva de Deus” (v.9). Imagine isso! O grande e poderoso Rei do Céu o considera entre os Seus tesouros especiais. Ele o resgatou da força do pecado e da morte e afirma que você lhe pertence. A voz do Rei diz: “Esse eu amo. Esse é meu”. John Blase - Pão Diário

Falar sobre Deus

Um estudo realizado em 2018 descobriu que a maioria dos americanos não gosta de falar sobre Deus. Apenas 7% dos entrevistados afirmaram que falam sobre assuntos espirituais regularmente. Os cristãos não são diferentes. Somente 13% dos frequentadores regulares de igrejas dizem ter uma conversa espiritual uma vez por semana. Talvez não o surpreenda que as conversas espirituais estejam em declínio. Falar sobre Deus pode ser perigoso. Seja pelo clima político polarizado, pois a discordância pode causar brechas num relacionamento, ou porque uma conversa espiritual pode fazer você perceber uma mudança necessária em sua vida. Essas conversas podem parecer de alto risco.
Mas, nas instruções dadas ao povo de Deus, os israelitas, no livro de Deuteronômio, o ato de falar sobre Deus podia ser algo normal e natural do dia a dia. Eles deviam gravar Suas palavras e exibi-las em lugares onde pudessem ser sempre vistas. A lei dizia para ensinar as instruções de Deus aos seus filhos em todo o tempo “quando estiverem em casa e quando estiverem caminhando, quando se deitarem e quando se levantarem” (Deuteronômio 11:19). Deus nos chama para conversar. Aproveite a oportunidade, confie no Espírito e tente transformar suas conversas em algo mais profundo. Deus abençoará nossas comunidades ao falarmos sobre Suas palavras e as praticarmos. Amy Peterson - Pão Diário