O pedido de oração escrito a mão partia o coração por sua aparente impossibilidade: “Por favor, orem - tenho esclerose múltipla, fraqueza muscular, dificuldade de deglutição, dor crescente, visão decrescente.” O corpo da mulher estava se decompondo e eu reparava o desespero em seu pedido de intercessão. Então, veio a esperança - a força que triunfa sobre a lesão e degradação física: “…o nosso abençoado Salvador está no total controle. A vontade dele é de suma importância para mim.” Essa pessoa pode ter necessitado de minhas orações, mas eu necessitava de algo que ela tinha: a inabalável confiança em Deus. Ela parecia apresentar um perfeito retrato da verdade que Deus ensinou a Paulo quando este pediu por alívio de sua dificuldade - aquilo que ele chamava seu “espinho na carne” (2 Coríntios 12:7). Sua busca por alívio acabou sendo não apenas uma aparente impossibilidade; seu pedido foi simplesmente rejeitado por seu Pai celestial. A luta contínua de Paulo, que evidenciava claramente a vontade de Deus, foi uma valiosa lição. Por meio de sua fraqueza, a graça de Deus pôde ser demonstrada e o poder de Deus foi “aperfeiçoado”. Quando expusermos nossos corações a Deus, preocupemo-nos ainda mais em buscar a Sua vontade do que em receber a resposta que desejamos. É daí que vêm a graça e o poder. Pão Diário - Dave
Filiada AMP – Associação Missionária Portuguesa & Faculdade Baptista de Teologia
CONHECENDO E NÃO ENTENDENDO
Ninguém ficou com ele, quando José se deu a conhecer a seus irmãos. E levantou a sua voz com choro… E disse José a seus irmãos: Peço-vos, chegai-vos a mim. E chegaram-se; então disse ele: Eu sou José vosso irmão, a quem vendestes para o Egito. Agora, pois, não vos entristeçais, nem vos pese aos vossos olhos por me haverdes vendido para cá; porque para conservação da vida, Deus me enviou adiante de vós (Gênesis 45:1-5). Nada contribui mais para a atual distração e desvio dos santos que a falta de comunhão pessoal com o Senhor. Hoje há um certo interesse pelo conhecimento das Escrituras, porém sem correspondente interesse no conhecimento pessoal do Senhor. Os irmãos de José ouviram suas graciosas palavras quando estavam sozinhos com ele, mas, não conhecendo seu coração, não conseguiram captar o pleno e profundo significado delas. Da mesma maneira, podemos ter um grande conhecimento bíblico e ainda assim sermos ignorantes no que diz respeito às grandes verdades que transmitem. As Escrituras contêm um tipo de sabedoria que qualquer pessoa pode adquirir pelo estudo, mas também contêm um tipo de sabedoria que fala à consciência – a qual só pode ser compreendida pela fé e que nos permite conhecer a mente de Deus. E é isso que falta a tantos cristãos. Por esse motivo, o apóstolo ora: “Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação”. Conhecimento acadêmico, do grego e do hebraico, de arqueologia, etc, ainda que útil, jamais dará a ninguém o espírito de sabedoria e revelação. Tal saber pode nos fazer entender a letra da revelação, nunca o espírito da revelação. Temos de buscar uma intimidade com o próprio Cristo para entender Sua mente. Boa Semente
Uma vida de honra
Meus irmãos e eu comemoramos o 90.º aniversário de nosso pai, em 2010. Abrimos nossa casa às pessoas, com alimento especial e comunhão. Na sala de estar, a família e os amigos usaram banjo, violão, bandolim, violino, contrabaixo acústico e tambor irlandês para tocar e cantar a tarde toda. Foi preparado um grande bolo com a seguinte mensagem: “Aleluia! Bem-aventurado o homem que teme ao Senhor - Salmo 112:1. Feliz 90.º aniversário, Hal.” Mais tarde, ao examinar o Salmo 112, fiquei impressionado como ele parecia descrever meu pai - que caminhara com Deus durante mais de 50 anos e agora está com Ele. Papai teve sua própria porção de mágoas e falhas, mas sua fé inabalável resultou em muitas bênçãos. Esse salmo nos diz que as bênçãos recairão sobre o homem que tem um temor reverente a Deus e se delicia em Seus mandamentos. Em resposta a esta crescente integridade e fé, Deus estende a bênção não somente àquele que crê, mas também aos seus. Este salmo nos desafia a manifestar uma reverência íntima por Deus e a tomar decisões contínuas de nos deliciarmos em seguir os Seus mandamentos. Se fizermos isso, ao revisarmos o que já vivemos - independentemente do número de anos - saberemos que Deus nos ajudou a viver uma vida de honra. Pão Diário - Dennis
O MÉDICO CERTO
Os sãos não necessitam de médico, mas sim os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores (Marcos 2:17). O imperador austro-húngaro, Franz Joseph, desfrutou de uma boa saúde até uma idade avançada. Como consequência, o médico do paço real, Dr. Kerzl, tinha apenas de se apresentar toda manhã para inquirir sobre a saúde de sua majestade. Feito isto, o imperador conversava com ele sobre todo o tipo de assunto. Um dia, contudo, quando o imperador já estava bem velho, deram ao médico este recado: “Sua majestade sente muito não poder receber seu médico pessoal esta manhã, visto que seu estado de saúde não permite conversa.” É possível que tratemos Jesus Cristo de igual maneira? Podemos nos lembrar dEle somente em dias especiais, como Natal e Páscoa, e, assim, esquecer o verdadeiro motivo pelo qual Ele veio a este mundo e o que Ele deseja fazer por nós. Não nos esqueçamos de tudo isso. Antes de o Senhor Jesus falar as palavras do versículo que encabeça esta folhinha, os fariseus tinham reprovado o fato de Ele comer com publicanos e pecadores. Contudo, entre essas pessoas havia muitas que abriram o coração ao Senhor. Elas sentiam a aflição do pecado e reconheciam no Senhor Jesus o médico que poderia curá-las desta doença fatal. Os fariseus não se consideravam pecadores, não do tipo que necessitassem que o Senhor Jesus curasse suas doenças. No entanto, o pecado, a saber, a obstinação do homem e a vida separada de Deus, é a pior doença do mundo. É a causa de toda a miséria e sofrimento e tem infectado todos nós. Por isso, consultemos o médico certo que pode nos ajudar e curar. Boa Semente
Carro dos livros
Antes das engenhocas eletrônicas e distrações atuais, os longos dias de verão de minha infância eram iluminados, a cada semana, quando chegava o carro do livro. Ele era um autocarro forrado de prateleiras abarrotadas de livros, que eram transportados da biblioteca regional a cada freguesia, para que as pessoas sem acesso ao transporte pudessem ler. Devido ao carro do livro, passei muitos dias felizes de verão a ler livros que, de outra maneira, seriam inacessíveis. Até hoje, sou grato pelo amor aos livros que o carro do livro desenvolveu em mim. Alguns estudiosos da Bíblia dizem que o apóstolo Paulo amava os livros e estudou-os até o fim de sua vida. Em sua última carta, ele escreveu: “Quando vieres, traze a capa que deixei ..., bem como os livros, especialmente os pergaminhos” (2 Timóteo 4:13). Os livros que ele pedia poderiam muito bem ter sido o Antigo Testamento e/ou alguns de seus próprios escritos. Estou certo de que a busca de Paulo por conhecimento ultrapassava a curiosidade intelectual ou o entretenimento. A busca por Cristo impulsionava Paulo. Seu objetivo: “Para o conhecer, e o poder da sua ressurreição, e a comunhão dos seus sofrimentos, conformando-me com ele na sua morte” (Filipenses 3:10). Oro para que essa mesma busca nos impulsione nos dias de hoje. Bill Crowder - Pão Diário
EXIGÊNCIAS IMUTÁVEIS
Assim tornei a pensar nestes dias fazer o bem a Jerusalém e à casa de Judá; não temais. Estas são as coisas que deveis fazer: Falai a verdade cada um com o seu próximo; executai juízo de verdade e de paz nas vossas portas. E nenhum de vós pense mal no seu coração contra o seu próximo, nem ameis o juramento falso; porque todas estas são coisas que eu odeio, diz o Senhor - Zacarias 8:15-17. Essa é uma mensagem tanto para um futuro próximo quanto distante. A restauração e a reconstrução do templo que ocorreu sob a liderança de Zorobabel antecipou e indicou a plena restauração e bênção que virá no reinado de Cristo. Tudo o que Deus requereu deles, se quisessem a Sua bênção, era que praticassem a justiça, a verdade e a paz. As bênçãos prometidas aguardam a vinda de Cristo e Seu reinado milenar. Sabemos que essa profecia não se cumpriu no passado porque diz que o Senhor trará Seu povo do oriente e do ocidente e isso apenas começou nos tempos modernos. Foi também profetizado que o povo de todas as idades estariam em paz em Jerusalém, o que certamente não é a situação atual da cidade. A grande bênção dos judeus não ocorrerá até que eles se voltem para o Senhor e Ele próprio habite “no meio de Jerusalém”. As exigências do Senhor para um viver santo não mudaram. Cada um de nós deve dar uma boa examinada na própria vida. Somos caracterizados pela fidelidade? Ou praticamos pequenas fraudes para parecermos bons e os outros “maus”? Somos justos e íntegros nos negócios? Somos pacificadores ou sempre causamos contenda e separação? As demandas do Senhor de verdade, justiça e paz são aplicáveis a todos hoje assim como o eram há séculos. Sua Palavra não muda, Suas leis não se ‘adaptam’ à cultura reinante, e Seus padrões não diminuem. Boa Semente
Mais e mais
Um grito de guerra frequentemente ouvido nos dias de hoje neste mundo cheio de dificuldades económicas é “Menos e menos”. Os governos devem equilibrar os orçamentos. As pessoas são orientadas a usar menos energia e diminuir o consumo dos recursos limitados. É um bom conselho, e todos nós deveríamos dar ouvido. No reino da fé, porém, não existe falta de amor, graça e força. Portanto, como seguidores de Cristo, somos compelidos a demonstrar cada vez mais o Seu amor em nossas vidas. Em sua primeira carta aos cristãos de Tessalónica, Paulo os estimulou a progredir “cada vez mais” num estilo de vida agradável a Deus (1 Tes 4:1) e os exortou a demonstrarem amor uns pelos outros e a “progredir cada vez mais” em amor fraterno. Tal amor sempre crescente só é possível porque provém dos ilimitados recursos de Deus, não do nosso próprio decrescente suprimento. A poetisa Annie Johnson Flint escreveu: Amor sem limites, poder sem fronteiras, que graça infinita, inefável tem Deus! E desses tesouros guardados em Cristo. Em grande medida dará sempre aos Seus (CS 397). O apóstolo Paulo expressou seu desejo aos cristãos: “E o Senhor vos faça crescer e aumentar no amor uns para com os outros e para com todos, como também nós para convosco” (1 Tes 3:12). Quanto devemos amar a Deus e aos outros? Mais e mais!
Pão Diário - David
Pão Diário - David
AS TRAGÉDIAS NATURAIS
Com a sua voz troveja Deus maravilhosamente; faz grandes coisas que nós não compreendemos. Porque à neve diz: Cai na terra; como também ao aguaceiro e à sua forte chuva. Ele sela as mãos de todo homem, para que conheçam todos os homens a sua obra - Jó 37:5-7. Nevadas causaram diversas avalanches nos Alpes há cerca de seis anos. A tragédia ocorrida na cidade de Galtur, no vale de Paznaun, Tirol, até hoje não foi esquecida. Enormes massas de neve que caíram sobre o centro da cidade mataram 38 pessoas. Tais acontecimentos catastróficos suscitam incômodas questões. Será que o turismo tem causado danos de consequências imprevisíveis à natureza? Será que subestimamos os perigos das regiões montanhosas? Uma das reportagens acerca do episódio sugere que esses terríveis acidentes nos ensinam pelo menos uma coisa: respeito. Esta reportagem não diz, contudo, quem deve ser respeitado. O contexto nos leva a concluir que é a natureza quem deve ser respeitada. Isso nos faz pensar. Será que Deus não está por trás disso tudo? Ou a “natureza” foi transformada em um deus impessoal para muitas pessoas? Parece que perdemos a habilidade de entender a linguagem de Deus quando Ele se dirige a nós. Talvez você pense: “Mas sempre houve tragédias naturais.” É verdade, porém os povos antigos reconheciam a mão de Deus nelas. Jó e seus amigos, que viveram há cerca de 4 mil anos, sabiam que o Altíssimo usava o clima tanto para abençoar como para trazer juízo. Isso os fazia lembrar do temor de Deus e de viver de acordo com Seus princípios. Hoje, Deus oferece a salvação em Cristo Jesus a todos. Mas Ele também nos adverte que o juízo eterno cairá sobre todos os que a rejeitarem. E, assim como nevascas e avalanches estão previstas no rigor do inverno, mas não temos como antecipar o momento exato em que acontecerão, assim também será com o juízo divino. Boa Semente
O amor abre caminhos
Anos atrás, vi um desenho animado que mostrava um senhor de idade azedo e descontente em pé, à porta de seu apartamento, vestido de pijama e roupão amarrotados. Ele trancara a porta para a noite, usando quatro fechaduras, duas trancas e uma corrente. Depois, percebeu, preso sob a porta, um pequeno envelope branco com um grande adesivo em formato de coração. Era um cartão de dia dos namorados e/ou amigos. O amor encontrara um caminho. Somente o amor pode transformar o coração de uma pessoa. Em seu livro Os Irmãos Karamazov, o autor russo Dostoievsky conta a história de Ivan, um cínico endurecido, e sua resistência ao amor de Deus. Numa ocasião, seu irmão Alyosha, homem de profunda fé desconcertado com a resistência de seu irmão, curva-se e beija Ivan. Este simples ato de amor pôs em chamas o coração de Ivan. Talvez você tenha um amigo ou uma amiga que esteja resistindo ao amor de Deus. Demonstre Seu amor a ele ou ela, como Deus demonstrou amor a nós ao trazer a salvação ao mundo por meio de Jesus. Despeje sobre os outros o tipo de amor descrito em 1 Coríntios 13 - um amor paciente, benigno, humilde e altruísta. O amor autêntico é um dom de Deus que podemos dar continuamente. Pão Diário - David
CONVIDADO EDUCADO
Entrou Jesus numa aldeia; e certa mulher, por nome Marta, o recebeu em sua casa - Lucas 10:38. Se o Senhor Jesus tivesse desaprovado a idéia de uma família cristã, Ele não poderia ter estado em Betânia, como esteve. E quando o observamos ali, mais um aspecto de sua beleza moral se revela. Ele é o Amigo da família, em cuja casa Se sente à vontade. Prova disso são as palavras: “Jesus amava a Marta, e a sua irmã, e a Lázaro”. O Seu amor por eles não era o de Salvador, ou de Pastor, embora Ele fosse ambas as coisas. Era o amor de um Amigo da família. Porém, apesar de Amigo, Amigo íntimo, que poderia fazer o que quisesse ali, Ele não interferiu no andamento da casa. Marta era a dona de casa, sempre ocupadíssima, a desempenhar um papel importante e vital. O Senhor Jesus certamente a deixaria onde ela estava; Ele não alteraria ou se intrometeria em tais questões. Lázaro talvez sentou ao lado dos convidados à mesa da família. Maria assentada aos pés do Senhor Jesus; Marta estava ocupada, servindo a todos. O Senhor Jesus deixou as coisas como as encontrou. Ele não entraria na casa de outrem, nem mesmo na de Seus amigos, de maneira inconveniente. Que fantástico! O Senhor Jesus, sendo Deus, agiu com todo respeito para com aquela casa e para com os que ali se encontravam. Ele não impôs Sua presença, não exigiu nada, não deu ordens nem fez exigências. Como sempre, foi humilde, manso e amoroso. Que isso nos sirva de exemplo! Boa Semente
Surpreendido por Deus
Após dez anos a viver em uma casa arrendada em um sitio charmoso, descobrimos que o nosso locador necessitou vendê-la repentinamente. Pedi a Deus para mudar as circunstâncias e possibilitar que minha esposa e eu permanecêssemos nesse lugar que considerávamos nosso lar, onde víramos nossos filhos crescerem. Mas, Deus disse não. Quando se trata das minhas necessidades, preocupo-me de estar a pedir algo errado ou de não ser digno do meu pedido. Mas, o não de Deus não precisa abalar nossa fé quando estamos fundamentados - gosto de dizer circundados - por Seu amor. Em Efésios 3, Paulo compreendeu que aqueles que conhecem intimamente o amor de Cristo podem confiar que Deus tem um motivo amoroso para dizer não. Pouco depois de ouvir o “não” de Deus sobre o meu pedido, amigos da igreja ofereceram-se para alugar-nos uma casa que estavam para desocupar. Nossa nova morada - tem eletrodomésticos novos, encanamentos novos, fiação elétrica nova e um dormitório extra - de frente para o mar, com uma cena idílica de navios, veleiros e sons que nos lembram diariamente que Deus é maior do que qualquer problema que enfrentamos. Nosso Pai amoroso usou amigos carinhosos para dar-nos mais do que pedíramos. Se Deus nos dá mais do que imaginamos ou do que desejamos, podemos confiar que Seus planos são muito melhores do que os nossos. Pão Diário - Randy
O desafio das riquezas
Quando nossa família morava no Quênia, na década de 1980, demos boleia a uma rapariga de Nairóbi que ia visitar seus pais, que viviam perto do Lago Vitória. No caminho, paramos na cidade de Kisumu para deixar nossa bagagem no hotel onde ficaríamos após levá-la ao seu destino. Quando nossa amiga viu nosso quarto de hotel, que considerávamos de tamanho médio com duas camas, ela disse: “Tudo isto só para vocês os cinco?” O que nós considerávamos comum, ela vira como luxuoso. As riquezas são relativas, e alguns de nós que vivemos em nações prósperas temos a tendência de reclamar de um padrão de vida que outros apreciariam alegremente. Dentre os seguidores de Cristo em Éfeso, alguns tinham mais dinheiro que outros. A Timóteo, pastor deles, Paulo escreveu: “Exorta aos ricos do presente século que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento” (1 Timóteo 6:17). Paulo instou-os a serem “…ricos de boas obras, generosos em dar e prontos a repartir” (v.18). Nossa tendência natural é de nos apegarmos ao que temos, em vez de darmos liberalmente aos necessitados. O desafio das riquezas é viver com corações gratos a Deus e mãos abertas aos outros. Pão Diário - David
O SENHOR JESUS, O DOM DA VIDA
Jesus respondeu e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva - João 4:10. Cristo busca também aquelas pessoas que desceram ao nível mais baixo da degradação humana. Observemos o Senhor junto ao poço de Jacó, em Samaria. Cansado da viagem, Ele sentou-se para descansar. Chegou, então, uma mulher que veio para apanhar água em uma hora incomum do dia. Mas o Senhor Jesus não a tratou como talvez seus vizinhos a tratassem: com desprezo. Ele demonstrou interesse por ela. Na verdade, Ele tomara aquele caminho por causa dela. Ele pediu-lhe água para beber. Ela surpreendeu-se por Ele ignorar a antiga rivalidade entre samaritanos e judeus. Mas a conversa tomou um rumo diferente: ela aparentemente nunca Lhe serviu a água, pois estava fascinada pelas palavras do Senhor Jesus. “Se tu conheceras o dom de Deus.” Ela jamais ouvira isso antes. Ele sabia o que aquela mulher mais necessitava; o dom de Deus, a água viva. Em outras palavras, um tipo de vida que ela nunca experimentara. Ainda hoje, Jesus Cristo, o Salvador do mundo, pode mudar radicalmente a vida não só dos párias da sociedade, mas de todo aquele que está dominado pelo pecado. Ele fala amorosamente aos que O recebem como o Dom de Deus, não importa quem sejam. Eles significam tanto para o Filho de Deus que o Senhor Jesus nunca irá desistir de procurá-los e de amá-los. Boa Semente
Deus generoso
Recentemente, entrei num saguão de hotel onde estava o maior arranjo de flores naturais que já vi. Era uma explosão de cores, perfeitamente montado, e sua fragrância era incrível. Ele me fez interromper o meu caminho e parar durante um momento para admirar sua beleza, fazendo-me pensar que algo na abundância captura os nossos corações. Pense na convidativa beleza de uma tigela transbordante de coloridas frutas, ou num balcão coberto com três ou quatro tortas prontas para o deleite após uma refeição beneficente do Dia de Ação de Graças. A alegria da abundância me lembra da generosidade de Deus. Ele faz nosso cálice transbordar; Ele “…é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos…” - Efésios 3:20; Sua graça é suficiente para qualquer dificuldade que a vida nos apresente; e é Ele quem mata o novilho cevado e pede a melhor roupa quando o pródigo retorna. Não é de admirar que o salmista se regozije: “Como é preciosa, ó Deus, a tua benignidade! Por isso, os filhos dos homens se acolhem à sombra das tuas asas. Fartam-se da abundância da tua casa…” (Salmo 36:7-8). Nosso Deus é abundantemente bom. Transbordemos de louvor por Suas muitas bênçãos. Pão Diário - Joe
O MAIOR MANDAMENTO
Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças - Deuteronômio 6:4-5). Nosso Senhor disse isso aos fariseus quando lhe perguntaram qual era o maior mandamento da Lei. Essa passagem faz parte do Shemá, porção do Torá conhecida por todos os judeus piedosos. A primeira parte é usada pelos teólogos para enfatizar o monoteísmo, porém a segunda parte é essencial também. O versículo não é somente uma chamada para se acreditar em uma doutrina correta; é uma convocação à uma aliança exclusiva com Deus. E não é direcionada a um indivíduo somente, mas à comunidade baseada na fé. Não está escrito o ‘meu Deus’, mas o ‘nosso Deus’. De todo o teu coração. O “coração” no hebraico é a parte do ser que decide, estabelece prioridades, faz planos. Portanto, amar a Deus de todo coração não é algo emocional, sentimentalista, mas é dar a Deus a prioridade máxima, tomar cada decisão no contexto de Sua verdade, fazer planos com o objetivo de cumprir Sua vontade. De toda a tua alma. Para os hebreus, a “alma” é de fato a própria vida de uma pessoa. Tudo em sua vida está baseado em seu amor por Deus? Tudo o que fica no caminho desse amor é descartado? Amar a Deus não é uma emoção, mas uma escolha. E escolher Deus sempre significa renunciar outra opção – o conforto, a vontade própria, a independência, etc. De todas as tuas forças. O sentido aqui é “amar com grande empenho”. Amor pelas metades não é aceito por Deus. Não é algo que se faz quando se sente vontade de fazer, mas um alvo que se cultiva para toda a vida. Boa Semente
Os surdos ouvem
Ao graduar-se no seminário em 1814, Thomas Gallaudet planeava tornar-se um pregador. Contudo, seu chamado para o ministério tomou um rumo diferente ao encontrar Alice, de nove anos, uma menina surda em seu bairro. Gallaudet começou a comunicar-se com ela escrevendo palavras com um graveto na terra. Ajudar Alice motivou-o a ajudar também outras pessoas. Após consultar peritos europeus e norte-americanos em educação de surdos, ele aperfeiçoou um sistema amplamente conhecido nos dias de hoje, como “linguagem de sinais” (as mãos de uma pessoa transmitem a mensagem). Finalmente, ele estabeleceu a American School for the Deaf (Escola Americana para os Surdos). A escola de Gallaudet para deficientes auditivos continha um currículo cristão que partilhava o Evangelho e incluía o ensino bíblico. Ele respondera ao chamado para pregar - mas, para um grupo muito especial de pessoas. A linguagem de sinais era a sua maneira de comunicar o Evangelho. Como Gallaudet, nós também deveríamos partilhar a Palavra de Deus com pessoas em maneiras que elas possam compreender. Caso contrário, “…como crerão naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão se não há quem pregue?” - Romanos 10:14. De que maneira Deus deseja que você alcance as pessoas à sua volta? Pão Diário - Dennis
EVIDÊNCIAS CONTRA NÓS
Que falaremos? E como nos justificaremos? Achou Deus a iniquidade de teus servos - Gênesis 44:16. Já quase no final do livro de Gênesis está a comovente história de José e seus irmãos. Leia-a novamente, mesmo se você já a conhece! O ódio levou seus irmãos a vendê-lo como escravo; um terrível destino o aguardava. Como se isso não bastasse, eles mentiram para seu velho pai, fazendo-o acreditar que José havia tragicamente morrido. Aqueles homens trouxeram sobre si mesmos uma enorme culpa. Mas o tempo passou e tudo caiu no esquecimento. Pelo menos era assim que eles pensavam. Talvez nem tocassem mais no assunto. Mas Deus não havia esquecido! Ele se lembra de cada ato errado, incluindo os que tentamos encobrir. Deus é santo; Ele não pode negligenciar nada. No tempo determinado, José assumiu a notável posição de primeiro-ministro do Egipto. Igualmente notável foi o encontro com seus irmãos. Sem se identificar, ele os fez perceber que não estavam livres da culpa que atraíram sobre si há cerca de 20 anos. De repente, a questão ressurgiu vívida diante deles mais uma vez: Deus havia trazido à luz a iniquidade deles. Isso era uma obra divina, e não humana! Precisamos considerar esse aspecto quando cometemos faltas. A menos que sejamos perdoados, elas serão “usadas como evidências” contra nós. “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” - 1 João 1:9. Boa Semente
POR QUE A VERGONHA?
Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê - Romanos 1:16. Certa vez fui ao escritório de uma construtora para obter informações sobre algo que queria comprar. Na conversa, o funcionário perguntou por que estava no país, então lhe expliquei o motivo: uma missão cristã. Sua face brilhou ao dizer-me que também era cristão. Quase imediatamente, seu colega de trabalho chamado Simão falou: “Esse aí nunca pregou o Evangelho para mim”. Ficamos em silêncio por uns segundos, e depois aproveitei e falei do Evangelho para Simão. Ele ouviu com atenção e pareceu perceber quase tudo. Dei-lhe alguns livretos e disse que voltaria para vê-lo, o que fiz uma semana depois. Lá estava Simão novamente. Ele lera os textos e percebera a mensagem do Evangelho, e passamos um tempo a conversar mais sobre o assunto. Maravilhei-me com a disposição de Simão em ouvir e conhecer o Evangelho. Maravilhei-me igualmente com as chances que seu colega de trabalho perdeu de anunciar as boas novas da salvação. Meditei nesses dois homens e tirei uma lição para minha vida. Quantos conhecidos eu tenho aos quais eu jamais partilhei o Evangelho? Não aproveitar as oportunidades que o Senhor nos concede não é uma falha grave nossa? Alguns são tímidos, outros têm dificuldade de se aproximar de pessoas desconhecidas para falar ou entregar um folheto. Talvez seja ainda mais difícil dar um folheto para os conhecidos. Precisamos examinar nosso coração. Por que temos vergonha? Se cremos que o Evangelho é a mais importante mensagem para a humanidade, por que razão cada um de nós não está envolvido completamente na propagação desta mensagem? Boa Semente
Não Abandonado
Certa mãe procurava um livro numa biblioteca local com sua balbuciante filha de quatro meses, quando um senhor idoso lhe disse rudemente para aquietar seu bebê ou ele o faria. A mãe respondeu: “Lamento muito pelo que possa ter ocorrido em sua vida para perturbar-se com um bebê feliz, mas não direi a meu bebê para calar-se e também não deixarei que o senhor o faça.” O homem abaixou a cabeça, desculpou-se e contou-lhe a história de como, há mais de 50 anos, seu filho morrera em decorrência da síndrome da Morte Súbita Infantil. Ele reprimira seu pesar e raiva todos aqueles anos. No Salmo 13, David expressou seu pesar. Ele dirigiu-se a Deus usando uma linguagem crua e honesta: “Até quando, Senhor? Esquecer-te-ás de mim para sempre? Até quando ocultarás de mim o rosto?” Estas perguntas refletiam medo de abandono. A linguagem de angústia de David deu lugar a um pedido de ajuda e reafirmação de sua fé no amor de Deus por ele. A confiança e a coragem acompanharam o grito de angústia. Todos nós enfrentamos noites escuras na alma quando nos questionamos se Deus nos abandonou. Como ocorreu com David, nossa dor pode dar lugar à alegria quando nos aproximamos de Deus honestamente, pedimos ajuda e reafirmamos nossa confiança num Deus cujo amor por nós nunca vacilará ou mudará. Pão Diário - Marvin
A Fracassar
Nos EUA, o salto de motocicleta foi um dos modismos na década de 1970. Essa tendência atingiu seu ponto mais alto (e baixo) em 8 de setembro de 1974. Milhares de espectadores se reuniram num desfiladeiro no estado de Idaho, para ver se Evel Knievel conseguiria saltar sobre o abismo numa “moto aérea” projetada especialmente para esse salto. No final, porém, a tentativa foi malsucedida. Knievel só conseguiu atravessar parte da distância antes de seu paraquedas abrir-se e ele cair no desfiladeiro. Alguns espectadores perguntaram: “Até que distância ele conseguiu ir?” Mas, essa não era a questão. Ele não conseguiu fazer toda a travessia, portanto fracassou em atingir sua meta. Esta cena é uma boa ilustração do pecado, sobre o qual a Bíblia fala em Romanos 3:23, onde Paulo declarou: “…todos pecaram e afastados estão da glória de Deus”. Nenhum de nós é capaz de construir uma ponte sobre o desfiladeiro existente entre Deus e nós mesmos por nossos próprios esforços, mas o Salvador veio para fazer exatamente isso em nosso favor. Cristo preencheu de maneira perfeita os padrões de Deus, depois entregou Sua vida na cruz para pagar por nossos fracassos e transgressões. Onde poderíamos apenas fracassar, a obra de Cristo, oferecida em amor, cumpriu tudo que era necessário. Nossa resposta é confiar nEle e receber este inigualável dom da salvação. Pão Diário - Bill Crowder
Rótulos de advertência
Rótulos de advertência estão em toda parte nos dias de hoje - dos novos eletrodomésticos aos brinquedos. Até as bulas de medicamentos incluem páginas de letra miúda sobre tudo que poderia dar errado. A Palavra de Deus é repleta de rótulos de advertência, alertando-nos para coisas nocivas à nossa saúde espiritual. Quando lemos “Seis coisas o Senhor aborrece, e a sétima a sua alma abomina” (Provérbios 6:16), isso atrai nossa atenção como um sinal de advertência. A lista que se segue alerta contra tendências destrutivas, como orgulho e desonestidade - pecados que arruínam relacionamentos terrenos e entristecem nosso Pai celestial. O texto ainda afirma que “…as repreensões da disciplina são o caminho da vida”. Em outras palavras, as advertências de Deus não têm a intenção de tirar a diversão da vida, mas de proteger e preservá-la. Sempre me lembrarei de quando ainda era criança e estava em pé com meu amigo Beto na calçada após o culto. Subitamente, eu o vi correr em direção à rua muito movimentada e ouvi a mãe dele gritar “Pare!”. Foi uma advertência para protegê-lo, não para tolher sua liberdade. Com demasiada frequência, temos ignorado as advertências de Deus para pararmos de correr na direção errada e sofrido as consequências disso. Lembremo-nos de que existe liberdade em dar ouvido às Suas advertências. Elas são para o nosso bem. Pão Diário - Joe
Olho no céu
Criar um sistema pelo qual um “olho no céu” possa ajudar a guiar carros, aviões e barcos o tempo todo é complicado. Por exemplo, o Sistema de Posicionamento Global (GPS) que a maioria das pessoas conhece funciona porque existem sempre 24 a 32 satélites orbitando a Terra a uma altitude de 20 quilômetros. Esses satélites precisam manter velocidade e altitude constantes para fornecer uma orientação precisa. O complicado GPS de hoje é apenas uma minúscula analogia do que Deus pode fazer. Deus prometeu à nação de Israel: “O Senhor te guiará continuamente…” O salmista estava ciente de não haver qualquer lugar em que pudesse ir sem Deus saber onde ele estava (Salmo 139:7-8). Muito antes do GPS, Deus se assentava “…sobre a redondeza da terra…” e via tudo. Saber que alguém o controla onde quer que você esteja pode amedrontar quem está tentando fugir. Mas para o cristão, isso traz grande alegria e confiança. Onde quer que estivesse, o salmista estava confiante de que a mão de Deus o guiaria. Deus prometeu guiar e liderar você hoje. Ele é o melhor Guia que você poderia ter e deseja guiá-lo pelos caminhos certos. Pão Diário - C. P. Hia
Cada dia
No ano de 1924, um garoto chamado João Wooden, que adorava jogar basquete, terminou a oitava série em uma pequena escola rural. Seu pai, rico em amor, mas sem dinheiro suficiente para um prenda de formatura, lhe deu um cartão em que escrevera seu próprio credo de sete itens e incentivou-o a começar a segui-los diariamente. Três deles eram: Beba profundamente de bons livros, especialmente da Bíblia. Faça de cada dia sua própria obra de arte. Ore pedindo orientação e dê graças pelas bênçãos todos os dias. Jesus, na oração que frequentemente chamamos de Oração do Pai Nosso, nos ensinou a nos aproximar do nosso Pai celestial diariamente; e isto não é algo para ser dito uma vez e esquecido. Por meio da oração, oferecemos louvor a Deus; buscamos Seu reino e Sua vontade; confiamos em Sua provisão; e pedimos por Seu perdão, poder e livramento. Ao longo de toda a sua vida, João buscou a força do Senhor para viver cada dia para Ele. Ele se tornou tricampeão de basquete universitário norte-americano e um dos maiores técnicos universitários de todos os tempos. Quando morreu aos 99 anos, o técnico João Wooden foi homenageado principalmente por seu caráter, sua fé e pelas muitas vidas que influenciou. Pela graça de Deus, possamos nós fazer de cada dia a nossa obra de arte para Ele. Pão Diário - David
A descrição de Deus
As orações das crianças mostram-nos o que elas pensam de Deus. Aqui estão duas que li recentemente: “Querido Deus, o que significa ser um Deus ‘zeloso’? Eu pensava que o Senhor tivesse tudo.” “Eu não achava que alaranjado combinava com lilás, até ver o pôr-do-sol que o Senhor fez na terça-feira. Ficou legal.” Estas crianças estão certas em pensar em Deus como o dono e criador de tudo, aquele que pode pintar lindos pores-do-sol. Mas, como Deus descreve-se a si mesmo? Moisés precisava de uma resposta a essa pergunta quando estava prestes a liderar os israelitas no deserto. Ele precisava ter a certeza da presença e liderança de Deus, então lhe pediu que se revelasse a si mesmo. Em resposta, Deus desceu numa nuvem e disse: “…Senhor, Senhor Deus compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade; […] que não inocenta o culpado” (34:5-7). Ele é bom; Ele é justo. Nós também podemos conhecer esse Deus e ter a segurança de Sua presença. Ele revelou-se em Sua criação e em Sua Palavra. Ao lhe pedirmos para revelar-se a nós, aprenderemos que Ele é ainda mais que o dono e criador de todas as coisas! Pão Diário - Anne
Sem onde esconder-se
… Àquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados - Apocalipse 1:5 - Senti cheiro de algo a queimar e, por isso, corri para a cozinha. Não havia nada no fogão ou no forno. Fui farejando pela casa toda, em cada aposento, até o andar de baixo. Meu nariz levou-me ao meu escritório e, então, à secretária. Olhei debaixo dela e ali, a observar-me com grandes olhos pedindo ajuda, estava Maggie, nossa cadela muito “fragrante”. O cheiro que parecia de queimado no andar de cima tinha, agora, o distinto odor de gambá. Maggie fora até o canto mais afastado de nossa casa para fugir do mau cheiro, mas não podia fugir de si mesma. O dilema de Maggie me fez recordar as muitas vezes em que tentei fugir de circunstâncias desagradáveis e descobri que o problema não estava na situação em que me encontrava, mas em mim mesma. Desde que Adão e Eva se esconderam após pecarem, todos nós temos seguido seu exemplo. Fugimos de situações pensando que podemos fugir do desagradável - somente para descobrir que o desagradável somos nós. A única maneira de fugir de nós mesmos é parar de nos escondermos, reconhecer nossos descaminhos e permitir que Jesus nos purifique (Apocalipse 1:5). Sou grata porque, quando arrependemos, Jesus está disposto a nos dar um novo recomeço. Pão Diário - Julie
Você disse não?
“Muito bem, as regras são essas”, disse Martin. “Você pode fazer o que quiser, onde quiser, sempre que quiser, até que alguém lhe diga não.” Essas foram as instruções que recebemos em nossa primeira visita à casa de nossos amigos à beira do lago. Martin e sua esposa, Linda, que gostam de receber amigos, dão aos seus hóspedes muita liberdade para se divertirem. Quando vimos o veleiro próximo ao bote a remo junto ao barco inflável, sabíamos que a tarde seria de diversão. Martin nos disse ‘não’ apenas uma vez - quando viu que estávamos a ponto de alimentar os cisnes que nadavam perto de nós. Ele sabia que, se as aves fossem alimentadas uma vez, se tornariam agressivas se não fossem alimentadas novamente. Adão e Eva viviam no mais lindo local e tinham também muita liberdade. Contudo, quando Deus disse não, eles não resistiram. Ele lhes disse para não comerem de certa árvore, mas eles pensaram que sabiam mais do que Deus. Adão e Eva teriam sido bons companheiros de muitos de nós. Às vezes, não conseguimos compreender por que nosso Pai celestial diz não. Quando isso acontece, Ele pode nos ajudar a ajustar o nosso pensamento. Precisamos perceber que, mesmo quando Ele nos nega algo, está dizendo aos nossos corações: “Você pode confiar em mim. Eu sei o que é melhor.” Pão Diário - Cindy
Sob risco pelo Salvador
Durante o treinamento básico, Desmond Doss irritou seu instrutor e seus colegas soldados. Pacifista por convicção, ele recusou-se a levar uma arma para a batalha, fazendo seus pares duvidarem de sua coragem. Treinado como médico, o jovem cristão não se amedrontava frente ao combate. Mas, seu objetivo era salvar vidas. As dúvidas a respeito deste médico mudariam, porém, quando a sua unidade militar enfrentou o combate. Durante a Batalha de Okinawa, na Segunda Guerra Mundial, ele rastejou sob fogo de metralhadora para levar os feridos até um lugar seguro. Ele orava: “Senhor, dá-me a força para salvar apenas mais um soldado ferido.”
Finalmente, ele trouxe morro abaixo mais de 70 homens feridos, para receberem cuidados médicos adicionais. Por seus esforços, Desmond Doss foi condecorado com a Medalha de Honra - a maior honraria que seu país podia conceder. As Escrituras contam sobre outro cristão que correu grandes riscos pessoais para ajudar outros. A respeito de Epafrodito, Paulo escreveu: “…honrai sempre a homens como esse; visto que, por causa da obra de Cristo, chegou ele às portas da morte e dispôs-se a dar a própria vida” (Filipenses 2:29-30). Hoje, no mundo todo, muitos cristãos arriscam suas vidas pela causa de Cristo. Oremos para que o nosso Deus os proteja enquanto eles O servem sob circunstâncias ameaçadoras. Pão Diário - Dennis
Fiel até a morte
A Galeria de Arte Walker, na cidade de Liverpool, Inglaterra, tem uma pintura de um soldado romano fielmente a montar guarda na antiga Pompeia. A pintura foi inspirada por uma descoberta arqueológica, em Pompeia, de um soldado romano fardado e equipado, envolto em pó vulcânico. A erupção vulcânica do Monte Vesúvio no ano 79 d.C. cobriu aquela cidade com lava, capturando um momento daquelas pessoas, suas vidas e sua cultura. A pintura Faithful Unto Death (Fiel Até a Morte) é um testemunho da vigília do sentinela, mesmo com seu mundo sendo ferozmente engolfado pela morte. A igreja de Esmirna - uma congregação do primeiro século que sofreu perseguição por causa de Cristo - foi desafiada a ser fiel até a morte. Seu comprometimento espiritual não passara despercebido pelo Mestre (Apocalipse 2:9). E, para o sofrimento ainda por vir, Jesus ofereceu este encorajamento: “Não temas as coisas que tens de sofrer. Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova […]. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida”. O Senhor compreende o que estamos a passar agora e o que enfrentaremos no futuro. Embora haja sofrimento neste mundo, Ele promete vida eterna a Seus filhos. Em Sua força, podemos ser fiéis até a morte (Filipenses 4:12-13). Pão Diário - Bill
Diante do medo
Nunca esquecerei o medo que tinha, quando criança, de que as roupas jogadas em minha cadeira se transformassem numa sombria figura semelhante a um dragão após a luz do meu quarto apagar-se. Minha experiência precoce de insônia por medo me faz recordar que, quando os problemas batem à porta da vida, o medo não é nosso amigo. Ele nos incapacita a avançar e nos impede de fazer a coisa certa - a menos que nossos olhos estejam fixos em Jesus.
Quando os discípulos enfrentaram o mar furioso que ameaçava varrê-los do barco, Jesus, caminhando sobre a água, assegurou-lhes: “…Sou eu. Não temais!” E, aos Seus seguidores amedrontados, trancados num aposento após a Sua crucificação, Jesus apareceu e perguntou: “…Por que estais perturbados? E por que sobem dúvidas ao vosso coração?” Reconhecendo a inevitabilidade das provações, Ele disse: “…No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”. A questão é clara. Confiar em Sua presença e poder é o antídoto para o medo.
Como diz um conhecido hino, “Fixa teus olhos no Mestre, confia no bom Salvador; fruirás na luta terrestre, maravilhas do Seu doce amor”. Podemos descansar pacificamente no conhecimento de que Deus está conosco. Pão Diário - Joe
Quando os discípulos enfrentaram o mar furioso que ameaçava varrê-los do barco, Jesus, caminhando sobre a água, assegurou-lhes: “…Sou eu. Não temais!” E, aos Seus seguidores amedrontados, trancados num aposento após a Sua crucificação, Jesus apareceu e perguntou: “…Por que estais perturbados? E por que sobem dúvidas ao vosso coração?” Reconhecendo a inevitabilidade das provações, Ele disse: “…No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”. A questão é clara. Confiar em Sua presença e poder é o antídoto para o medo.
Como diz um conhecido hino, “Fixa teus olhos no Mestre, confia no bom Salvador; fruirás na luta terrestre, maravilhas do Seu doce amor”. Podemos descansar pacificamente no conhecimento de que Deus está conosco. Pão Diário - Joe
Dois homens, um propósito
Dois homens a plantar sementes no árido solo de África. Um deles não tinha mãos e, o outro, perdeu os pés pelo mesmo motivo - imagina a história. Aquele que não tinha mãos carregava ao que não tinha os pés. Este, por sua vez, com as mãos tirava de um saco os grãos que eram lançados ao solo. Enquanto o amigo o transportava, também misturava os grãos na terra. Deste modo, eles dois faziam o serviço de um só homem.
A Palavra de Deus diz que é melhor serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho - Ec 4:9. Há momentos nos quais guardamos apenas o prenúncio de alguma notícia boa que logo se vai revelar. A seguir, poderá levantar-se grande muralha. Escondido por trás, o inimigo que a preparou nas mesmas dimensões das maravilhas que estão-nos a chegar.
Enquanto Jesus diz que nada podemos fazer sem Ele, pensa um pouco sobre o quê precisa ser feito com a ajuda dos outros. Depois, basta descobrir quem se vai encaixar em cada espaço com as mesmas dimensões dos seus valores.
Uma fragrância
Kátia entrou nervosamente na festa do grupo de jovens da igreja, para a qual Linda a convidara. Sem ir à igreja desde pequena não sabia o que esperar de um jantar de Dia dos Namorados (e/ou amigos) com a maioria das pessoas sendo desconhecidas. Mas, seu coração começou a se acalmar ao encontrar, em seu prato, cartões escritos para ela pela maioria das pessoas presentes. Elas tinham escrito cartões umas as outras, mas o coração de Kátia foi tocado por terem feito cartões a ela também, uma simples visitante naquele grupo. Kátia sentiu-se tão bem acolhida que aceitou o convite de Linda para assistir a um culto. Ali, ouviu sobre o amor de Deus por ela apesar de sua pecaminosidade e aceitou o perdão de Jesus. O grupo de jovens lhe dera uma fragrância do amor de Deus, e Deus abriu seu coração para confiar nEle. “Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros”, disse o apóstolo João (1 João 4:11). Esse é um amor por nossos irmãos e irmãs em Cristo, bem como por aqueles que ainda não O conhecem. Ray Stedman escreveu: “à medida que o amor de Deus resplandece em nossos corações, tornamo-nos mais abertos aos outros, permitindo que a fragrância do amor se espalhe e atraia as pessoas à nossa volta.” O grupo de jovens fez isso por Kátia. Hoje, Deus pode espalhar a fragrância de Seu amor por meio de nós. Pão Diário - Anne
O legado
Um dia, minha mulher telefonou-me no trabalho e disse: “Alguma coisa está acontecendo na casa dos vizinhos. Tem um monte de carros lá.” Devido à profissão de meu vizinho, temi o pior e, logo, meus temores se comprovaram. Ele era policial e acabara de ser morto no cumprimento do dever, tentando impedir a fuga de dois ladrões de bancos. Nossa comunidade ficou aturdida. Trevor não teve tempo para preparar-se para sua morte. Contudo, estava pronto. Sua fé em Cristo era firme e sua reputação como um homem notável estava intacta. Em seu funeral, que contou com a presença de centenas de colegas policiais, um investigador disse: “Além de um policial dedicado, ele foi, acima de tudo, um marido amoroso e um pai dedicado para seus filhos.” O tema de todas as homenagens prestadas centrou-se em sua grande personalidade e seu amor e cuidado pela família. A vida dele exemplificara as palavras de Colossenses 3:12-13, “Revesti-vos, pois, …de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente…”. Esses traços deixam um legado inspirador. Não sabemos quando Deus nos chamará para o lar celestial, mas com certeza sabemos que: Cada dia é uma oportunidade de deixar um testemunho digno da nossa fé. Pão Diário - Dave
Da cabeça ao coração
Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti - Salmo 119:11. Quando eu era criança, minha professora de piano era uma defensora da memorização. Ser capaz de tocar uma peça sem erro não era suficiente, e eu tinha de tocar várias peças impecavelmente, de memória. Seu raciocínio era não querer que, quando solicitados a tocar, seus alunos dissessem: “Desculpe, não trouxe essa música.” Como criança, também memorizei passagens da Bíblia, incluindo o Salmo 119:11. Devido à minha compreensão limitada, acreditava que a simples memorização me afastaria do pecado. Dediquei-me a memorizar versículos e até ganhei, como prêmio, um livro de histórias da Bíblia. Embora memorizar a Bíblia seja um bom hábito a ser desenvolvido, não é a memorização que nos impede de pecar. Como descobri logo após meus esforços vitoriosos, ter as palavras das Escrituras em minha mente fez pouca diferença em meu comportamento. Na verdade, em vez de vitória sobre o pecado, o conhecimento isolado gerou sentimentos de culpa. Finalmente, percebi que a Palavra de Deus tinha de disseminar-se por todo o meu ser. Eu precisava internalizar as Escrituras, escondê-las “em meu coração” da maneira como um músico faz com uma peça de música. Eu tinha de viver a Bíblia tanto quanto pudesse citá-la. À medida que a Palavra de Deus se dissemina das nossas mentes aos nossos corações, o pecado perde seu poder sobre nós. João 18-21 - Pão Diário - Julie
O romance
Nos tempos bíblicos, as viúvas frequentemente enfrentavam uma vida de pobreza. Essa é a situação em que Rute e sua sogra, Noemi, se encontravam após perderem seus maridos. Mas, Deus tinha um plano para proporcionar-lhes segurança ao envolver Rute como parte integral de um plano muito maior.
Boaz, um rico latifundiário, sabia da existência de Rute e a admirava, mas ficou surpreso, uma noite, ao acordar e vê-la deitada a seus pés. Ela lhe pediu para estender a sua capa sobre si, para indicar que, como parente próximo, ele estava disposto a ser seu resgatador. Mais do que um pedido de proteção; Rute o pedia em casamento. Boaz concordou em casar-se com ela.
Não é exatamente uma típica história romântica. Não obstante, a decisão de Rute de seguir as instruções de Noemi estabeleceu uma série de acontecimentos que a colocaram no plano de redenção de Deus! Do casamento de Rute com Boaz nasceu um filho, Obede, que veio a ser avô do rei David. Gerações depois, dessa família nasceu José, que se tornou o “pai legal” do filho de Maria - o nosso Redentor, Jesus.
Rute confiou em Deus e seguiu as instruções de Noemi, mesmo não conseguindo vislumbrar o fim da história. Nós também podemos confiar na provisão de Deus quando a vida é incerta. João 14-17 - Pão Diário - Cindy
Boaz, um rico latifundiário, sabia da existência de Rute e a admirava, mas ficou surpreso, uma noite, ao acordar e vê-la deitada a seus pés. Ela lhe pediu para estender a sua capa sobre si, para indicar que, como parente próximo, ele estava disposto a ser seu resgatador. Mais do que um pedido de proteção; Rute o pedia em casamento. Boaz concordou em casar-se com ela.
Não é exatamente uma típica história romântica. Não obstante, a decisão de Rute de seguir as instruções de Noemi estabeleceu uma série de acontecimentos que a colocaram no plano de redenção de Deus! Do casamento de Rute com Boaz nasceu um filho, Obede, que veio a ser avô do rei David. Gerações depois, dessa família nasceu José, que se tornou o “pai legal” do filho de Maria - o nosso Redentor, Jesus.
Rute confiou em Deus e seguiu as instruções de Noemi, mesmo não conseguindo vislumbrar o fim da história. Nós também podemos confiar na provisão de Deus quando a vida é incerta. João 14-17 - Pão Diário - Cindy
Justo e correto
No século 19, as condições de trabalho na Inglaterra eram péssimas. Homens, mulheres e crianças trabalhavam em fábricas perigosas durante o dia e, à noite, moravam em cortiços miseráveis e sujos. Muitos donos de fábricas davam pouca importância ao bem-estar de seus empregados.
Mas, certos proprietários de uma empresa de chocolates eram diferentes. Eles eram Quacres (Quakers) por convicção e empresários por dom, e esforçavam-se em melhorar as condições de trabalho de seus 200 funcionários. Para tanto, construíram uma fábrica avançadíssima, com vestiários aquecidos, cozinha e áreas de lazer. E, para cuidar das necessidades espirituais dos funcionários, o dia de trabalho iniciava com estudo bíblico.
Paulo nos aconselha: “Senhores, tratai os servos com justiça e com equidade, certos de que também vós tendes Senhor no céu (Colossenses 4:1).” Certamente, esses senhores buscavam dar aos seus empregados algo justo e correto. Mas, sua orientação celestial motivou-os a dar um passo a mais e atender às necessidades físicas e espirituais.
Embora possamos não ser donos de empresa, temos contato regular com várias pessoas. Como cristãos, é importante sermos éticos em nossos negócios. Também podemos, com a capacitação de Deus, cuidar do bem-estar alheio por meio de oração, encorajamento e atendimento às necessidades físicas (Gálatas 6:10). João 11–13 - Pão Diário - Dennis
Mas, certos proprietários de uma empresa de chocolates eram diferentes. Eles eram Quacres (Quakers) por convicção e empresários por dom, e esforçavam-se em melhorar as condições de trabalho de seus 200 funcionários. Para tanto, construíram uma fábrica avançadíssima, com vestiários aquecidos, cozinha e áreas de lazer. E, para cuidar das necessidades espirituais dos funcionários, o dia de trabalho iniciava com estudo bíblico.
Paulo nos aconselha: “Senhores, tratai os servos com justiça e com equidade, certos de que também vós tendes Senhor no céu (Colossenses 4:1).” Certamente, esses senhores buscavam dar aos seus empregados algo justo e correto. Mas, sua orientação celestial motivou-os a dar um passo a mais e atender às necessidades físicas e espirituais.
Embora possamos não ser donos de empresa, temos contato regular com várias pessoas. Como cristãos, é importante sermos éticos em nossos negócios. Também podemos, com a capacitação de Deus, cuidar do bem-estar alheio por meio de oração, encorajamento e atendimento às necessidades físicas (Gálatas 6:10). João 11–13 - Pão Diário - Dennis
Seis palavras
Ao longo dos últimos cinco anos, o nome e a face de Dan Smith têm aparecido em folhetos distribuídos em quiosques de cafés, lavandarias e pequenos negócios de toda a cidade de Nova Iorque, EUA. O slogan contido nos folhetos diz: Dan Smith ensina a tocar violão. O resultado é que o sr. Smith está totalmente ocupado, ensinando seus alunos a tocarem violão. Muitos alunos entusiasmados colocam seus folhetos em novos lugares. É sua maneira de dizerem “Dan Smith ensinou-me a tocar violão. Ele também pode ensinar você.”
As páginas da Bíblia são repletas de relatos de pessoas e sobre o que Deus lhes fez. Um dos mais vívidos aparece no livro de João 9, em que Jesus encontrou um homem cego de nascença e, milagrosamente, capacitou-o a ver. Após questionamentos repetitivos por céticos líderes religiosos locais, o homem só pode dizer: “…uma coisa sei: eu era cego e agora vejo” (v.25).
Se você tivesse seis palavras para expressar o que Cristo fez por você e pode fazer por outros, o que você diria? Talvez, “Jesus Cristo perdoará os seus pecados”, ou “…lhe dará esperança”, ou “…salvará sua alma”. Quando Jesus transformou nossas vidas, reafirmamos Seu poder de fazer por outros o que Ele fez por nós. “Eu era cego e agora vejo.” João 7-10 - Pão Diário - David
As páginas da Bíblia são repletas de relatos de pessoas e sobre o que Deus lhes fez. Um dos mais vívidos aparece no livro de João 9, em que Jesus encontrou um homem cego de nascença e, milagrosamente, capacitou-o a ver. Após questionamentos repetitivos por céticos líderes religiosos locais, o homem só pode dizer: “…uma coisa sei: eu era cego e agora vejo” (v.25).
Se você tivesse seis palavras para expressar o que Cristo fez por você e pode fazer por outros, o que você diria? Talvez, “Jesus Cristo perdoará os seus pecados”, ou “…lhe dará esperança”, ou “…salvará sua alma”. Quando Jesus transformou nossas vidas, reafirmamos Seu poder de fazer por outros o que Ele fez por nós. “Eu era cego e agora vejo.” João 7-10 - Pão Diário - David
A verdade sobre mapas
O GPS é a maneira mais moderna para os viajantes encontrarem o melhor caminho até seu destino, mas meu marido e eu ainda navegamos à moda antiga - com mapas. Como Jay é, habitualmente, quem dirige, o papel de leitor de mapas fica a meu cargo. Em geral, não tenho dificuldade para orientar-me, mas parece que tenho quando tento navegar com o carro em movimento. Mesmo sabendo aonde queremos chegar, não consigo descobrir a melhor maneira de ir até lá se não pararmos para descobrir onde estamos. Preciso obter minhas coordenadas.
Pode acontecer o mesmo em nossa vida espiritual. Ao tentarmos descobrir o caminho que Deus quer que sigamos, precisamos parar e obter nossas coordenadas espirituais. Se não pararmos, tendemos a chegar em lugares, situações ou relacionamentos indesejados. Ao ajudar Seus discípulos a navegarem na vida e encontrarem seu caminho através das armadilhas e tentações do mundo, Jesus frequentemente dizia “parem”, não murmurem, não julguem segundo as aparências, não sejam incrédulos, mas creiam (João 6:43; 7:24; 20:27).
Para seguirmos Jesus, frequentemente precisamos parar de fazer algo que está errado. Ao dependermos de Sua direção, aprenderemos a seguir o caminho que Ele diz ser o certo. João 4-6- Pão Diário - Julie
Toque de despertar
Bem cedo, numa manhã de outono, enquanto dirigia no escuro para ir ao trabalho, fui surpreendido por uma fugaz mancha castanha nos faróis e, em seguida, o som de algo atingindo a frente do meu carro. Eu atingira um cervo a 110 quilômetros por hora! Fora apenas um golpe de raspão, sem qualquer dano em meu carro ou no cervo, pelo que pude ver, mas aquilo abalou-me de verdade. Eu dirigia do meu jeito habitual, em modo automático, no percurso que me era familiar até o escritório, mas, com certeza, o choque do incidente despertou minha atenção. Estava, agora, totalmente alerta e tentando acalmar um coração acelerado. Foi um toque de despertar extremamente desagradável. O apóstolo Pedro nos oferece um tipo diferente de toque de despertar - necessário, porém desagradável. Ele nos alerta para uma batalha espiritual que travamos com um poderoso inimigo, e diz: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” - 1 Pedro 5:8. Este é um chamado para acordar, ver o perigo e estar alerta ao seu ataque! Somente quando estivermos conscientes do perigo que se nos apresenta todo dia, conscientemente buscaremos a ajuda que necessitamos. E só se estivermos alertas, nos apoiaremos na força do nosso Senhor Jesus, que é maior do que o nosso inimigo espiritual. 1 Pedro 5:1-9, João 1-3 - Pão Diário - Bill
Desamparado?
Você sabe qual é o salmo mais frequentemente citado no Novo Testamento? Você pode ter imaginado o familiar e amado Salmo 23, mas na verdade é o Salmo 22. Ele começa com as pungentes e comoventes palavras de David citadas por Jesus na cruz: “…Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” Imagine em que situação David devia encontrar-se para clamar a Deus dessa maneira. Perceba que ele sentiu-se desamparado e abandonado: “Por que se acham longe de minha salvação as palavras de meu bramido?” - Salmo 22:1. Ele também sentiu-se ignorado: “Deus meu, clamo de dia, e não me respondes…” Você já se sentiu assim? Já olhou para os céus e imaginou por que parecia que Deus o havia abandonado ou o ignorava? Bem-vindo ao mundo de David. Mas, a cada grito lamurioso de David é mencionada uma característica de Deus que o resgata do abatimento. Nesse processo, David descobre que Deus é santo, confiável, libertador e salvador; e também descobre Sua força. Você se sente desamparado? Busque o Senhor. Imite Seu caráter. E “…Viva para sempre o vosso coração” - Salmo 22:26. Lucas 22–24 - Dave
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